Reduza o tamanho dos seus pdf’s!

Autor: Cláudio Novais

Fonte: http://ubuntued.info/reduza-o-tamanho-dos-seus-pdfs

Este artigo tem o objectivo de adicionar a funcionalidade de comprimir os pdf’s no Ubuntu, sem perda de qualidade! Esta funcionalidade de compressão dos pdf’s é possível através de um script criado por Ricardo Ferreira chamado “Compress PDF“. Actualmente o script integra-se na funcionalidade de scripts do Nautilus (o explorador de ficheiros do Ubuntu) e por isso está sempre presente de uma forma muito rápida para que sempre que precise de reduzir o tamanho de um pdf não perca tempo.

Ficheiro com compressão e ficheiro sem compressão!

 

Este artigo foi escrito a pedido do próprio autor, o Ricardo Ferreira, para dar a conhecer esta funcionalidade que certamente muitos utilizadores a acharão muito importante. Aliás, esta funcionalidade, o Compress PDF, é considerada tão importante que em breve será adicionada ao excelente programa Ubuntu Tweak.

Modo de execução do CompressPDF

Actualmente, e infelizmente, apesar do script estar hospedado no site Launchpad, ele não tem o método de instalação comum do Ubuntu: através de repositórios. Por isso, para já, o utilizador não terá acesso a um instalador do script que o mantenha sempre na última versão. Terá assim, de instalar manualmente o script e, se precisar de actualizar, posteriormente, terá de o fazer manualmente.

CompressPDF em funcionamento

O script faz uso de umas bibliotecas de janelas de diálogo, chamadas Zenity e por isso mesmo tem algumas dependências que deverão ser satisfeitas antes de instalar o script. Para além disso, deve-se salientar que este excelente script está já disponível em várias línguas, actualmente 8,  nomeadamente a portuguesa!

Ficheiro com compressão e ficheiro sem compressão!

Por fim resta dizer que pelos testes que fiz (ver vídeo no final do artigo), a compressão é realmente uma mais valia. Por exemplo imprimi em PDF o artigo “Como instalar o Ubuntu Maverick Meerkat” que resultou num ficheiro de 477KB, depois comprimi e resultou num ficheiro exactamente igual mas com o tamanho de 135KB!

 

Instalação

Tal como referido acima, a instalação terá de ser feita manualmente, por isso, deverá seguir este procedimento de uma forma sequencial não saltando nenhum passo!

Satisfaça as dependências

Para ter acesso às funcionalidades deste script, antes de o instalar, precisa de ter satisfeitas algumas dependências de certos pacotes. Para tal, abra o terminal e escreva o seguinte:

sudo apt-get install ghostscript zenity

Zenity é o pacote que proporcionará as janelas de diálogo e o pacote ghostscript permitirá a compressão dos pdf’s.

 

Instale o Compress PDF

Após a instalação das dependências, já poderá instalar o Compress PDF. Actualmente a versão do Compress PDF vai na versão 1.4, por isso, este procedimento serve para essa versão. No caso de este artigo se tornar desactualizado agradecemos que indique nos comentários para actualizar para a nova versão.

Para começar abra o terminal. De seguida deverá escrever o seguinte no terminal que fará download do Compress PDF para a sua Pasta Pessoal:

 

Depois de concluída a transferência, deverá copiar o seguinte para o terminal para descomprimir o ficheiro transferido para a pasta correcta, a pasta dos scripts do Nautilus:

tar zxvf Compress-PDF-1.4.tar.gz -C ~/.gnome2/nautilus-scripts/

 

Após este último passo, o Compress PDF ficará logo disponível para o utilizar. No entanto, antes de utilizar, recomendo que elimine o ficheiro que fez download, pois não precisará mais dele. Ele está na sua Pasta Pessoal com o nome de “Compress-PDF-1.4.tar.gz“.

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Levar trabalho para casa faz mal à saúde

Levar trabalho para casa é uma prática polêmica. A maioria torce o nariz só de pensar nesta hipótese, outros não se importam, mas hoje em dia parece que poucos conseguem escapar do hábito. “Respiro, vivo o sindicato. Minha mulher até pediu para eu trazer a cama para cá”, afirma Wanderley Milton Alexandre, assessor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, que trabalha até aos domingos. Quando não vai ao sindicato, ele leva trabalho para casa.

Alexandre conta que trabalha há 34 anos na entidade. Ele diz: “gosto de trabalhar, mas não sei por que faço isso. Vi derrubarem a sede velha e a construção da nova. Raras vezes passeio ou tiro férias. Os filhos me cobram porque não acompanhei o crescimento deles. Eles não são muito ligados a mim e me arrependo. Casei com 21 anos. O tempo foi passando e não vi”, lamenta.

A assessora técnica Andréa Isaias leva trabalho para casa. Ela explica que faz isso só quando o trabalho está atrasado e tem prazo para entregar. “Nem sempre levar trabalho para casa significa falta de organização minha. Não depende apenas do meu empenho. Outras pessoas estão envolvidas”, diz.
Izilda Alves Álvares, que trabalha na área de recursos humanos, faz o trabalho no ônibus porque mora em Campinas e trabalha em São Paulo. “Como viajo todos os dias, aproveito as 2h30 de viagem e coloco tudo em dia”, declara.

A secretária Vera Lúcia de Godói conta que levou trabalho para casa durante 10 anos, numa época em que desenvolvia muitas atividades. Fazia assessoria bancária, degravação de fitas e produzia boletins. De acordo com ela, era uma vida sem descanso. Mas a secretária diz não se arrepender, pois ficava feliz quando o trabalho terminava.

Brigas em casa e problemas de saúde
A assessora de imprensa Janaína Bastos conta que cansou de levar tarefas do trabalho para fazer em casa. Revisão e redação de textos, materiais para leitura, preparação de atividades. “Eram noites e finais de semana sem fim. Na segunda-feira de manhã, já estava cansada, mas era incapaz de dizer que não terminaria uma tarefa”, relata. “O resultado é que ganhava mais trabalho a cada dia, mas ainda assim achava que tinha que dar conta de tudo”.

Aos poucos o hábito começou a gerar problemas em casa. Janaína deixou de fazer programas com o marido e o filho e tiveram início as cobranças familiares. As brigas tornaram-se corriqueiras. “Meu marido começou a ficar sem falar comigo durante longos períodos. Foi muito ruim. Passei então a dedicar mais momentos aos dois, mas, mesmo nessas horas, estava sempre pensando nas tarefas que deixava de lado. E aí era uma culpa terrível por dar atenção à família e deixar o trabalho ou por trabalhar e deixar a família”, conta.

De acordo com Janaína, o hábito só foi abandonado quando ela começou a ter várias indisposições que a levaram repetidas vezes para o pronto-socorro. “Os médicos sempre atribuíam o problema ao estresse e à falta de descanso, mesmo sem que eu relatasse que trabalhava à noite e no final de semana. Eles diziam que era preciso dormir bem, ter lazer para não adoecer”, lembra.

Passados os sustos, ela diz que, de vez em quando, ainda leva algum trabalho para casa. “Mas só toco nele quando é absolutamente imprescindível. Fora dessas situações, acabo esquecendo que o levei. A tarefa fica lá, numa bolsa ou num envelope, até eu voltar para o trabalho no dia seguinte ou na segunda-feira. Estou mais saudável e em paz com minha família”, comemora.

Riscos para a saúde
“Quem leva trabalho para casa, além do realizado na empresa, agride a própria saúde e pode ainda ameaçar a da família”, adverte o professor adjunto do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Paulo Gilvane Lopes Pena. Para ele, “a residência é um espaço fundamental para a melhora da qualidade de vida” e a realização de tarefas do trabalho em casa, além de agredir a saúde, traz riscos de “desestruturação familiar e prejudica a realização das atividades domésticas.”

Pena diz que as mudanças ocorridas nas empresas são as razões que influenciam a prática de levar trabalho para casa. A exigência do trabalhador polivalente – uma pessoa que acumula várias funções diferentes – é uma delas. Também as revoluções tecnológicas, que se acentuam e exigem formação permanente, requerem esforço extra, quase nunca considerado pela empresa. “O processo de aprendizado é iniciativa do trabalhador, o que causa uma sobrecarga psíquica do trabalho e força a condução de atividades para serem realizadas na residência”.

De acordo com Pena, os problemas de saúde gerados pela sobrecarga de tarefas podem ser graves. O estresse do trabalho pode levar a distúrbios psíquicos variados, doenças cardiovasculares, gastrointestinais, entre outras. O professor ressalva também que cada um pode reagir de um jeito: “Os efeitos são cumulativos sobre o organismo e, geralmente, não há sintomas precoces para alertar os trabalhadores. Quando as manifestações clínicas ocorrem, as patologias se encontram instaladas e, não raramente, em situações de risco de morte, como infartos e acidentes vasculares cerebrais”, ele explica.

É possível acabar com a prática de levar trabalho para casa? Pena diz que não há respostas prontas para isso:

“São processos complexos relacionados às transformações estruturais do capitalismo e situações conjunturais referentes às diversas políticas sociais e trabalhistas. A construção de saídas envolve práticas que são essenciais, como a conscientização dos trabalhadores nas lutas contra formas antigas e modernas de exploração do trabalho. Estudos e pesquisas podem ajudar a demonstrar os efeitos nocivos à saúde dos trabalhadores resultantes do trabalho deslocado da empresa para a moradia e conferir aos sindicatos mais instrumentos de luta para alcançar novos direitos ou, ao menos, preservar os existentes. De toda forma, o fortalecimento dos sindicatos representa a perspectiva segura na construção coletiva da ruptura com essa velha/nova imposição desse ‘hábito’ no mundo do trabalho. O tempo fora do trabalho deve ser destinado ao lazer, às atividades lúdicas e culturais, à família, que favorecem a recomposição do desgaste psicofísico do trabalho. O sobretrabalho realizado em casa, como uma constante e resultante de organizações nocivas do trabalho, é um retrocesso nessa tendência histórica de conquistas sociais”, ensina.

Fonte: http://meusalario.uol.com.br/main/saude/levar-trabalho-para-casa-faz-mal-a-saude-1

Criando layouts no Photoshop Parte 2

E ai galera, com o novo portal a gente se empolga e começa a escrever sem parar. Quero retomar um artigo que foi feito o ano passado, faz mais de um ano que foi ao ar mas que não foi finalizado. Peço desculpas pela demora, mas agora vamos retomar o trabalho.

Este era o link do artigo: http://www.mxstudio.com.br/photoshop/criando_layouts_no_photoshop_parte_1/

A primeira parte do layout terminou desta maneira:

layout

Agora vamos recomeçar o trabalho criando o conteúdo do corpo para após fazer a exportação.

Bom para começar peguei uma imagem qualquer da internet.

Após criei um retângulo com o mesmo tamanho da imagem, utilizando o rounded rectangle tool, e com cantos arredondados com radius 5px.

Vamos aplicar o efeito para colar a imagem dentro do retângulo e deixar ela com os cantos arredondados, para isso precisamos colocar a layer da imagem sobre a layer do retângulo.

Agora vamos clicar com o botão direito sobre a imagem e aplicar a máscara.

Pronto, o resultado da imagem é este:

Agora vamos inserir um texto no lado, para criar o texto, utilizei o site www.lipsum.com

Criamos um título e inserimos o texto, assim preenchemos uma parte de nosso layout.

Agora vamos para parte final antes de exportarmos nosso layout. Vamos criar algo para a parte de baixo do site, simplesmente vou inserir três imagens e colocar um texto de serviços nelas.

Bom, o primeiro passo foi inserir uma das imagens, após eu criei um retângulo azul no topo e escrevi um dos textos, também criei um retângulo na base pois a imagem ficou meio solta. No topo da imagem eu coloque o canto arredondado para acompanhar o layout.

Agora vou inserir as outras imagens, colocar no mesmo tamanho mudando somente o texto. No final o resultado será este:

Pronto, o layout tá pronto, não ficou muito bonito, mas a idéia do artigo é mostrar a exportação para o Dreamweaver.
Então vamos lá.

Primeiro vamos pegar a ferramenta Slice Tool
Vamos começar a fatiar de acordo com o layout do site, procure fatias as partes do site de maneira uniforme, respeitando todos os aspectos do site.

Veja na imagem que cuidei para fatiar a parte do logotipo e todos os menus individualmente assim faremos com toda a estrutura do layout.

Finalizando o fatiamento, ele ficará assim:

Agora vamos a exportação. Primeiro vamos em file/save for web:

Na tela nova que abriu temos todas as definições de otimização do site, podemos por exemplo pegar determinados slices e escolher se eles serão exportados como GIF ou JPG, podemos também aumentar a qualidade de imagem de determinados slices e diminuir os que não tem tanta importância.


Repare na imagem que selecionei somente o logotipo.


Conseguimos assim editar o que vai ser GIF e o que vai ser JPG bem como a qualidade.

Agora antes de exportar vamos configurar algumas coisas, não deixe nada selecionado e clique na seta que se encontra no canto direito.

Clicando na seta vá em edit output settings.
Irá abrir uma outra tela onde vamos fazer umas configurações para facilitar o trabalho do site. Vamos conseguir já padronizar com estilos e trabalhar com DIVS ao invés de tabelas! Isso mesmo, fica tudo pronto para facilitar nossa edição em um editor de html.


Nesta primeira tela vamos marcar output XHTML e indent: none.

Na segunda tela vamos marcar para gerar um CSS por ID, no editor de html isso será muito útil para edição.

Nesta terceira tela, seria somente para inserir um background no layout, o que não é nosso caso, então vamos passar para próxima tela.

Na tela de cima, podemos criar um nome para os arquivos de imagens que vão ser exportados. Neste caso, não vou dar nome.
Pronto, agora é só dar um ok e salvar.

Não esqueça de marcar para salvar html e imagens, o Photoshop criará uma pasta para as imagens e um arquivo html.

Algumas considerações:
É interessante tirar os nomes dos botões e todos os textos e colocar eles no editor de html com as imagens como background. Fazendo todas as edições de texto no editor de html.
Abrindo o editor de html, vocês verão que o Photoshop criou todas as divs e ids para elas, com um css interno no html. O aconselhável é transforma em css externo e trabalhar com ele em todas as páginas.

Arquivo do tutorial para download.

Bom, espero que tenham gostado do artigo, nos próximos estarei mostrando alguns outros efeitos do Photoshop para otimizar a criação de layouts.

Abraços

Juliano Haussen
Administrador e colunista do Portal MXSTUDIO.
Dúvidas, acessem nosso fórum.

SunTechDays 2009

O evento será nos dias 4 e 5 de dezembro no Auditório Central do Centro Universitário do Pará (José Malcher)

Este ano contaremos com o palestrante Internacional Sang Shin (www.javapassion.com) da Sun Microsystems com a palestra sobre Java EE 6.

O investimento é:

R$ 20,00 Estudante
R$ 30,00 Profissional

Mais detalhes no site do evento e inscrições: http://beljungle.blogspot.com

Segue a agenda e o banner de divulgação

04/Sexta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

14:00 – 14:40 – Credenciamento
14:40 – 15:00 – Abertura do VI Beljungle
15:00 – 15:50 – Scripting in Java with Groovy (José Yoshiriro – TJ-PA)
16:00 – 17:50 – Java EE 6: Next Generation Enterprise Application Platform (Sang Shin – Sun Microsystems)
17:50 – 18:30 – Intervalo
18:30 – 19:20 – Desenvolvendo JME com LWUIT – Tranqueira Project (Elói Júnior – Eloi Software)
19:30 – 20:20 – GWT – Um Ajax Mais Rápido do Que Você Poderia Programar (Daniel “Monstro” Alencar – Fóton-DF)
20:20 – 21:10 – O Caminho das Pedras Para Conseguir a Certificação SCJP 6 (José Yoshiriro – TJ-PA)

05/Sábado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

09:00 – 09:50 – Aumentando a Produtividade em Aplicações Web com JBoss Seam (Ewertton Bravo e Yuri Cavalcante – Fabsoft-PA)
10:00 – 10:50 – Enriquecendo interfaces Web com Richfaces (Edson Koiti – Fabsoft-PA)
11:00 – 11:50 – Interatividade na Tela com JavaTV (Cândido Areas – Faculdade Ideal-PA)
11:50 – 14:00 – Intervalo
14:00 – 14:50 – Clusterização com Apache Tomcat (Alexandre Ferreira – PD-Case-MG)
15:00 – 15:50 – Desenvolvimento Orientado a Testes com Ferramentas Java (Paulo Igor Godinho – Pródiga Sistemas-PA)
16:00 – 16:50 – Desenvolvendo Jogos em Java (Ricardo Casseb – CESUPA-PA)
17:00 – 17:50 – Boteco Java – Veja como funciona
18:00 – 18:30 – Encerramento e Distribuição de Brindes e Certificados

 

Maré de Agilidade em Belém

Nos dias 26, 27 e 28 de novembro será realizado o Maré de Agilidade aqui em Belém, um evento que fala de técnicas de desenvolvimento de software, práticas de engenharia de software, gerência de projetos, tecnologias de desenvolvimento de software, design de interface, tudo isso dentro do contexto das metodologias ágeis, com todos os valores e técnicas que vem sendo discutido no Brasil e no mundo todo.
Membros de grupos de discussões e estudantes tem desconto, e quem se inscrever terá automaticamente a sua inscrição para o Beljungle/Sun Tech Days, eventos da comunidade Java, com uma parceria feita com o grupo Sou Java Belém.
Pacotes promocionais para empresas, entrem em contato!
Entre no site e confira a programação, quem são os palestrantes e outras informações. Participe!

Como assinar um applet

Como assinar um applet

Fonte: http://insonix.blogspot.com/2009/04/como-assinar-um-applet.html

Se você estiver se perguntando, para que precisa assinar meu applet, ai vai a resposta.
Existem várias questões de segurança envolvendo a chamada de arquivos e aplicações externas de dentro do navegador, e para executar alguma função mais específica, ou até mesmo rodar executáveis do sistema operacional a partir do seu applet, você precisa criar uma assinatura digital para ele.
Até mesmo para identificar que este applet é assinado pela empresa ou site cujo ele está sendo executado.

Vamos ao que interessa.

Como exemplo, eu criei um applet Exemplo.java que gerou o binário Exemplo.class.

1 – Criar um JAR
Criar um JAR com a classe envolvida, pois a assinatura será feita em cima do jar.
Na linha de comando, vá até a pasta em que o .class de sua classe está e digite:

jar cvf Exemplo.jar Exemplo.class

Neste momento foi criado um jar chamado Exemplo.jar.

2 – Criar o par de chaves (chave pública e privada)
Na linha de comando digite:

keytool -genkey -dname “cn=Exemplo, ou=Laboratorio, o=Empresa, c=BR” -alias exemplo -storepass 123456 -validity 3655

Detalhes do comando

-dname = dados da organização/empresa/site
-alias = nome da chave criada, no caso “exemplo”
-storepass = pass da chave, quando for assinar um jar com esta chave por exemplo, será necessário digitar este pass
– validity = quantidade de dias de validade da assinatura digital

Esta chave fica guardada na pasta home do usuário, e você poderá utilizar apenas o alias dela quando for assinar o JAR.

3 – Assinar o JAR do applet
Assinar o JAR do applet, criado no passo 1.

Na linha de comando digite:

jarsigner -storepass 123456 Exemplo.jar exemplo

Detalhes do comando

-storepass = pass da chave, conforme explicado no passo 2
Exemplo.jar = arquivo jar criado no passo 1
exemplo = alias da chave, criada no passo 2.

Pronto, é só jogar o seu JAR para sua aplicação, e agora caso você em seu applet, chamava um .class, é só chamar o .JAR.

Seu applet já está assinado.