Como remover pacotes inúteis do Linux

Fonte: http://meupinguim.com/como-remover-pacotes-inuteis-linux/
por Helbert Rocha no dia 04/jan/2011

Sabe aqueles pacotes inúteis que acabam ficando como sobra de algum upgrade entre uma atualização de sistema ou outra? Não, não sabe. Acredito que você nem saiba que eles estão aí no seu sistema como verdadeiros parasitas sem a menor utilidade. São pacotes órfãos. Pacotes que deixaram de ser utilizados pois se tornaram obsoletos ou suas tarefas foram submetidas a outros pacotes mais novos. Tome conhecimento deles e os remova sem dó nem piedade agora, manolo.

Deborphan

O comando “deborphan” vai identificar e remover esses pacotes órfãos que o APT deixou no seu sistema. De maneira simples, basta executar os seguintes comandos abaixo. O primeiro é para instalar o Deborphan. O segundo é para o Deborphan identificar os pacotes inúteis e o terceiro é para remover os pacotes inúteis.

$ sudo apt-get install deborphan
$ deborphan
$ sudo deborphan | xargs sudo apt-get -y remove --purge

Observações

Em alguns casos, que são raros, alguns pacotes aparecerão nesta listagem porém eles não são inúteis. Têm funcionalidades e são usados pelo sistema. Saiba identificá-los antes de executar os comandos acima pois os procedimentos aqui apresentados são de sua própria responsabilidade e risco.

Ignorando pacotes não-órfãos

Devido a observação acima, para fazer o Deborphan ignorar algum pacote e não removê-lo, basta executar o comando abaixo:

$ sudo deborphan -A pacote_a_ser_ignorado

Reduza o tamanho dos seus pdf’s!

Autor: Cláudio Novais

Fonte: http://ubuntued.info/reduza-o-tamanho-dos-seus-pdfs

Este artigo tem o objectivo de adicionar a funcionalidade de comprimir os pdf’s no Ubuntu, sem perda de qualidade! Esta funcionalidade de compressão dos pdf’s é possível através de um script criado por Ricardo Ferreira chamado “Compress PDF“. Actualmente o script integra-se na funcionalidade de scripts do Nautilus (o explorador de ficheiros do Ubuntu) e por isso está sempre presente de uma forma muito rápida para que sempre que precise de reduzir o tamanho de um pdf não perca tempo.

Ficheiro com compressão e ficheiro sem compressão!

 

Este artigo foi escrito a pedido do próprio autor, o Ricardo Ferreira, para dar a conhecer esta funcionalidade que certamente muitos utilizadores a acharão muito importante. Aliás, esta funcionalidade, o Compress PDF, é considerada tão importante que em breve será adicionada ao excelente programa Ubuntu Tweak.

Modo de execução do CompressPDF

Actualmente, e infelizmente, apesar do script estar hospedado no site Launchpad, ele não tem o método de instalação comum do Ubuntu: através de repositórios. Por isso, para já, o utilizador não terá acesso a um instalador do script que o mantenha sempre na última versão. Terá assim, de instalar manualmente o script e, se precisar de actualizar, posteriormente, terá de o fazer manualmente.

CompressPDF em funcionamento

O script faz uso de umas bibliotecas de janelas de diálogo, chamadas Zenity e por isso mesmo tem algumas dependências que deverão ser satisfeitas antes de instalar o script. Para além disso, deve-se salientar que este excelente script está já disponível em várias línguas, actualmente 8,  nomeadamente a portuguesa!

Ficheiro com compressão e ficheiro sem compressão!

Por fim resta dizer que pelos testes que fiz (ver vídeo no final do artigo), a compressão é realmente uma mais valia. Por exemplo imprimi em PDF o artigo “Como instalar o Ubuntu Maverick Meerkat” que resultou num ficheiro de 477KB, depois comprimi e resultou num ficheiro exactamente igual mas com o tamanho de 135KB!

 

Instalação

Tal como referido acima, a instalação terá de ser feita manualmente, por isso, deverá seguir este procedimento de uma forma sequencial não saltando nenhum passo!

Satisfaça as dependências

Para ter acesso às funcionalidades deste script, antes de o instalar, precisa de ter satisfeitas algumas dependências de certos pacotes. Para tal, abra o terminal e escreva o seguinte:

sudo apt-get install ghostscript zenity

Zenity é o pacote que proporcionará as janelas de diálogo e o pacote ghostscript permitirá a compressão dos pdf’s.

 

Instale o Compress PDF

Após a instalação das dependências, já poderá instalar o Compress PDF. Actualmente a versão do Compress PDF vai na versão 1.4, por isso, este procedimento serve para essa versão. No caso de este artigo se tornar desactualizado agradecemos que indique nos comentários para actualizar para a nova versão.

Para começar abra o terminal. De seguida deverá escrever o seguinte no terminal que fará download do Compress PDF para a sua Pasta Pessoal:

 

Depois de concluída a transferência, deverá copiar o seguinte para o terminal para descomprimir o ficheiro transferido para a pasta correcta, a pasta dos scripts do Nautilus:

tar zxvf Compress-PDF-1.4.tar.gz -C ~/.gnome2/nautilus-scripts/

 

Após este último passo, o Compress PDF ficará logo disponível para o utilizar. No entanto, antes de utilizar, recomendo que elimine o ficheiro que fez download, pois não precisará mais dele. Ele está na sua Pasta Pessoal com o nome de “Compress-PDF-1.4.tar.gz“.

Permitindo acesso remoto num servidor MySQL

O Mysql por padrão ao ser instalado numa máquina, não está configurado para permitir acesso remoto, somente local, por parte do usuário, então para habilitar seu uso seja de qual for a máquina, faz-se os seguintes procedimentos:

Como root no terminal do linux digite:

nano /etc/mysql/my.cnf

Agora altere a seguinte linha..

bind-address = 127.0.0.1

..para..

bind-address = 0.0.0.0

Agora reinicie o serviço mysql com:

/etc/init.d/mysql restart

Entre no prompt do mysql com:

mysql –user=root –password=suasenha

Então digite o seguinte comando:

GRANT ALL ON *.* TO ‘root’@’%’ IDENTIFIED BY ‘suasenha‘;

Esse comando é bem explicativo, ele garante (GRANT) todos (ALL) os privilégios de acesso a todos (*.*) os databases do banco, ao (TO) usuário (’root’) em todas as máquinas (’%’) usando a senha do usuário root (IDENTIFIED BY ’suasenha’). Traduzindo em miúdos, você acessa tudo no banco com o usuário root em qualquer máquina remota.

Obs: Se quiser dar acesso somente a uma maquina específica troque ‘%’ pelo ip da máquina, por exemplo, dar acesso somente a máquina 192.168.0.2, ficaria assim o comando:

GRANT ALL ON *.* TO ‘root’@’192.168.0.2′ IDENTIFIED BY ‘suasenha‘;

Obs2: Onde estiver escrito suasenha, troque pela senha do usuário root.

Agora pode testar conectar-se ao banco de outra máquina que você terá acesso.

Abraços!

Fonte:http://darkstrikerd.wordpress.com/2008/02/14/linux-permitindo-acesso-remoto-num-servidor-mysql/

Instalando e configurando o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu

Autor: Juliano

Fonte: http://jmmwrite.wordpress.com/2008/05/08/instalando-e-configurando-o-postgresql-83-no-ubuntu/

No meu ambiente de desenvolvimento, eu sempre utilizo dois bancos: o Postgres e o DB2. Basicamente devido ao fato de minha instalação de DB2 ser pesada pois tenho várias configurações de Data Warehouse e um banco muito carregado, o que torna o banco mais pesado para meu simples desktop. Então, para debugar meus softwares, vou com meu postgres levinho mesmo.

Minha idéia aqui é mostrar como instalar e configurar o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu 8.04. As configurações são as mesmas para a instalação em Windows, a única diferença obvia é que você irá ter que ir ao site do postgres e baixar o Installer do Windows.

Vamos lá, iniciamos a instalação com o comando:

$ sudo apt-get install postgresql-8.3 postgresql-client-8.3

Recomendo também instalar o pgAdmin, que é uma ferramenta para administrar o postgres:
$ sudo apt-get install pgadmin3 pgadmin3-data

Algo que aconteceu comigo na migração para o Ubuntu 8.04, foi que tive que remover o Postgres 8.2 (apt-get purge postgresql-8.2) para conseguir iniciar o 8.3 corretamente. Se você concluir meus passos aqui e mesmo assim não conseguir conectar no Postgres, recebendo algum erro, provavelmente terá que dar o purge. (talvez com mais tempo de pesquisa eu poderia descobrir qual era o problema… se alguem passar por isso me diga please).

O próximo passo é setar uma senha para o usuário postgres com os seguintes comandos:

sudo su postgres -c psql postgres
ALTER USER postgres WITH PASSWORD ‘password’;
\q

O primeiro comando chama o utilitário psql com o usuário postgres e conecta no postgres especificamente no database postgres.
O segundo comando altera a senha do usuário postgres.
O terceiro comando finaliza o psql.
Note que a palavra password deve ser substituida pela password que você desejar.

Feito a instalação e mudança de senha do usuário postgres, você estará apto a desenvolver um trabalho no seu computador conectando normalmente ao postgres, porém, se a idéia é disponibilizar o acesso ao banco para receber conexões de outras máquinas, você vai ter que alterar dois arquivos para isso. Para isso, vá para o diretório /etc/postgres/8.3/main

Edite o arquivo postgresql.conf

Na linha listen_addresses, troque o localhost por *, ficando a linha assim:

listen_addresses = ‘*’

Dessa forma seu postgres vai “escutar” não só conexoes provenientes da sua própria máquina.

A próxima configuração no mesmo arquivo é habilitar a encriptação de passwords, para fazer isso descomente a linha abaixo simplesmente removendo o # da frente dela:

password_encryption = on

Finalmente a próxima configuração é no arquivo pg_hba.conf. Neste arquivo você consegue restringir o acesso ao seu banco de dados por IP. Normalmente queremos liberar o acesso para todos os IPs em uma faixa, no meu exeplo, quero liberar para todas as máquinas da rede 10.5.2.*, então eu adiciono a seguinte linha no meu pg_hba.conf:

host    all    all    10.5.2.0    255.255.0.0    md5

Feito isso, basta reiniciar o postgres com o comando:

sudo /etc/init.d/postgresql-8.3 restart

Enjoy!

Alterando a sequencia de boot do ubuntu

Digite no terminal:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

O linux solicitará a senha de usuário.

Com o arquivo aberto, procure a linha que que contém default X. O X significa o sistema operacional padrão para o boot. Conte o número do title que representa o windows, lembrando que é iniciado por 0 (zero), e altere o arquivo depois é só salvar.

Evandro

Como posso recuperar o boot loader?

Introdução

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=913

Opa, pessoal!

Tenho acompanhado muito a parte de perguntas do site e uma questão que se repete geralmente a cada 3 ou 4 meses é a seguinte:

Tive que instalar novamente o Windows. Tem como recuperar novamente o Grub?

ou ainda:

Utilizo o lilo e tive que formatar o Windows e o lilo sumiu! E agora?

Bom, se você tem precisa de uma solução para algum desses casos, esse artigo é pra você!

Vamos começar. Você tem 3 opções para recuperar seu boot loader:

  • Utilizar o disco de boot;
  • Instalar uma distro mais leve;
  • Utilizar o CD de instalação.

A primeira é uma idéia citada pelo nosso membro ardezzoni, que é utilizar um disco de boot. Essa é a mais fácil e permite a você cair no sistema normalmente. A partir daí basta reinstalar o lilo ou o grub. Mas, como na maioria dos casos não gostamos de criar os benditos discos durante a instalação do sistema hehehe…

A segunda forma foi ditada por lindbergluiz, que consiste em instalar uma distro mais leve sem os pacotes desnecessários e ai instalar o lilo nessa, editando o /etc/lilo.conf ou o arquivo de configuração do grub. Certamente isso nos tomaria muito tempo…

O mesmo usuário deu a sugestão de utilizar o “boot loader” da instalação para tentar carregar diretamente a partição, passando como parâmetro “root=/dev/hdaX” (referente a onde foi instalado o Linux anteriormente). Certamente esta seria uma 4° forma eficiente também, onde você cairia no sistema e só teria que logar e reinstalar. 🙂

A terceira forma que podemos aplicar consiste em utilizar o CD de instalação do seu Linux. Não importa se a instalação da sua distro seja em modo gráfico ou texto, sempre temos terminais pra utilizar durante a instalação.

Bootando pelo CD de instalação e alterando o console para um texto (CTRL+ALT+F2), podemos montar a partição onde foi instalado o Linux anteriormente:

# mount /dev/hdaX /mnt/

E então dizemos que esse diretório será nossa nova “/”:

# chroot /mnt

Agora basta instalar normalmente o carregador de boot.

Para o lilo:

# lilo

Para o Grub:

# grub

A terceira forma me parece ser mais útil, pois sempre temos o CD de instalação do nosso Linux por perto (pode ser de outra distro, se for o caso). Já que nem sempre criamos o disco de boot ou temos espaço para instalar uma distro pequena.