Algumas atitudes que prejudicam sua carreira profissional

As pessoas no trabalho possuem uma conduta diferenciada, cada um tem jeito de agir e de ser diante de situações e no campo profissional. Se você pensa que vale tudo, como trabalhar depois do expediente, ficar provando a todos e ao chefe que é competente, bom tome cuidado, pois não funciona bem assim.
Foi se o tempo que puxar o saco do patrão, ficar trabalho horas depois se de seu expediente contava, o que realmente importa é cumprir com o que lhe foi designado e superar as expectativas creditas em você. Se tiver sendo sobrecarregado(a) de trabalho converse com seu chefe e ceguem a um acordo sobre o que é prioritário.
Tome cuidados com algumas atitudes que prejudicam sua carreira, algumas delas são:
Não ir contra a opinião da maioria dos seus colegas de trabalho, isso conta bastante para não gerar mal estar no ambiente de trabalho, mas não quer dizer que você deve concordar com tudo, troque experiências e exponha suas opiniões também, desde que sejam bem fundamentadas.
Se você acha que pedir ajuda é sinal de incompetência, esqueça isso, ninguém é suficiente para saber tudo e não posso pedir uma mãozinha para alguém.
Se você cometeu um erro, e já vai logo achando que será demitido (a), fique calmo, pois se o erro não por querer, não tem tantos motivos para achar isso, assumir o erro é bem importante, além de ser respeitado (a) por isso.
Vão achar que só sua amizade com o chefe é importante para manter sua carreia em pé, pois ter um bom relaciomentos com todos a sua volta é essencial.
Mais uma coisa, pensar que pelo fato de você trabalhar anos na empresa te trará alguma promoção é engano, pois o que te leva a um patamar mais alto é seu bom trabalho, reconhecimento e bons resultados apresentados na empresa!

Fonte: http://www.guiadicas.com/algumas-atitudes-que-prejudicam-sua-carreira-profissional/

Anúncios

Dicas para impulsionar sua carreira em tecnologia

Por Cíntia Costa, especial para o IDG Now!

Publicada em 12 de fevereiro de 2007 às 15h50
Atualizada em 12 de fevereiro de 2007 às 15h59

São Paulo – Saiba quais habilidades você precisa ter, além do conhecimento técnico, para melhorar o seu desempenho profissional.

Ser um especialista em conhecimento técnico não é suficiente para garantir uma carreira de sucesso ao profissional em tecnologia.

Muitas vezes, ele deixa de conseguir uma vaga por falta de habilidades e características que vão além da técnica. Conversamos com caça-talentos para descobrir o que todo profissional de tecnologia precisa ter além do domínio da técnica para valorizar seu currículo e aumentar suas chances na busca de um bom emprego.

Confira as dicas:

Do you speak english?

Consenso entre todos os especialistas ouvidos, o inglês é fundamental. Jairo Okret, sócio da Korn/Ferry, consultoria de recrutamento executivo, diz que, em processos seletivos, não é raro o contato com o candidato não evoluir por falta de domínio da língua. “Isso acontece todos os dias”, diz ele.

Só aquele inglês “de leitura de manual”, segundo ele, não basta: é preciso conseguir se comunicar oral, verbalmente e por escrito. Danielle Sarraf, headhunter e colunista do IDG Now!, explica. “O mercado não valoriza o [inglês] técnico, esse é obrigação, é ferramenta de trabalho. O que diferencia [o candidato] é saber se comunicar, escrever em inglês.” Okret não titubeou na hora de aconselhar os recém-formados: quem ainda não domina a língua inglesa deve investir imediatamente em um curso.

Gostar de gente, não só de máquina

Outra característica fundamental é a habilidade de lidar com pessoas. Profissionais de tecnologia muitas vezes são especialistas em resolver problemas relacionados à informática e lidam muito bem com máquinas, mas têm dificuldade para se relacionar com colegas e gerenciar equipes.

Para Sarraf, o profissional de tecnologia que gosta da técnica precisa ter em mente que não basta o conhecimento técnico em si. “É importante a habilidade de se comunicar com outras áreas, interagir com pessoas dentro e fora da empresa”.

“Tem que gostar de gente, não só de máquina”, resume Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens & Minarelli, consultoria especializada em outplacing e aconselhamento de carreira para executivos. Ela exemplifica essa necessidade citando situações como a introdução de um sistema novo na empresa. É algo que mexe com a rotina das pessoas, é preciso paciência para orientar e ensinar os usuários.

Isso é importante porque, quando aqueles que começam sua carreira com função técnica (programador, analista) começam a subir, passam a gerenciar contas, precisam lidar com clientes, entender necessidades, desenhar soluções personalizadas e se afastam da técnica, explica Okret.“Na verdade, existe lugar para o profissional [mais] técnico, mas a evolução [da sua carreira] está atrelada à capacidade de interagir com as pessoas e de entender os negócios”.

Formação acadêmica é indispensável

Quanto à formação acadêmica, apesar de alguns profissionais acharem que o domínio da técnica dispensa a necessidade de um curso superior, Sarraf rebate. “É indispensável no mundo corporativo. Não é uma questão de escolha, é um pré-requisito básico, um critério de seleção.”

A formação pode ser em tecnologia ou até em outro curso, complementa a headhunter, como em administração de empresas. A formação em outras áreas ajuda a construir uma carreira mais abrangente, o que vale também para cursos de extensão, como pós-graduação e de atualizações.

Na hora de fazer a escolha, o profissional deve pesquisar bastante as possibilidades, pedir recomendações para colegas e levar em conta que um curso sempre demanda horas de dedicação. “Para aproveitar, tem que fazer com vontade”, diz Sarraf.

Aprendendo na prática

Outras habilidades importantes, como a de lidar com equipes e comandar projetos, são aprendidas na prática em “empresas que são boas escolas”, segundo Okret. Passar por boas firmas ajuda a construir uma reputação e a adquirir uma variedade de experiências ao passar de uma função para outra, a formar um perfil de competências completo. Isso tudo é muito valorizado pelo mercado.

Por fim, é preciso saber que um bom salário não é sinônimo de carreira bem-sucedida. Para Okret, sucesso é mais que conseguir um bom emprego: é “se desenvolver, ser feliz e ter satisfação naquilo está fazendo”.