Dicas para impulsionar sua carreira em tecnologia

Por Cíntia Costa, especial para o IDG Now!

Publicada em 12 de fevereiro de 2007 às 15h50
Atualizada em 12 de fevereiro de 2007 às 15h59

São Paulo – Saiba quais habilidades você precisa ter, além do conhecimento técnico, para melhorar o seu desempenho profissional.

Ser um especialista em conhecimento técnico não é suficiente para garantir uma carreira de sucesso ao profissional em tecnologia.

Muitas vezes, ele deixa de conseguir uma vaga por falta de habilidades e características que vão além da técnica. Conversamos com caça-talentos para descobrir o que todo profissional de tecnologia precisa ter além do domínio da técnica para valorizar seu currículo e aumentar suas chances na busca de um bom emprego.

Confira as dicas:

Do you speak english?

Consenso entre todos os especialistas ouvidos, o inglês é fundamental. Jairo Okret, sócio da Korn/Ferry, consultoria de recrutamento executivo, diz que, em processos seletivos, não é raro o contato com o candidato não evoluir por falta de domínio da língua. “Isso acontece todos os dias”, diz ele.

Só aquele inglês “de leitura de manual”, segundo ele, não basta: é preciso conseguir se comunicar oral, verbalmente e por escrito. Danielle Sarraf, headhunter e colunista do IDG Now!, explica. “O mercado não valoriza o [inglês] técnico, esse é obrigação, é ferramenta de trabalho. O que diferencia [o candidato] é saber se comunicar, escrever em inglês.” Okret não titubeou na hora de aconselhar os recém-formados: quem ainda não domina a língua inglesa deve investir imediatamente em um curso.

Gostar de gente, não só de máquina

Outra característica fundamental é a habilidade de lidar com pessoas. Profissionais de tecnologia muitas vezes são especialistas em resolver problemas relacionados à informática e lidam muito bem com máquinas, mas têm dificuldade para se relacionar com colegas e gerenciar equipes.

Para Sarraf, o profissional de tecnologia que gosta da técnica precisa ter em mente que não basta o conhecimento técnico em si. “É importante a habilidade de se comunicar com outras áreas, interagir com pessoas dentro e fora da empresa”.

“Tem que gostar de gente, não só de máquina”, resume Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens & Minarelli, consultoria especializada em outplacing e aconselhamento de carreira para executivos. Ela exemplifica essa necessidade citando situações como a introdução de um sistema novo na empresa. É algo que mexe com a rotina das pessoas, é preciso paciência para orientar e ensinar os usuários.

Isso é importante porque, quando aqueles que começam sua carreira com função técnica (programador, analista) começam a subir, passam a gerenciar contas, precisam lidar com clientes, entender necessidades, desenhar soluções personalizadas e se afastam da técnica, explica Okret.“Na verdade, existe lugar para o profissional [mais] técnico, mas a evolução [da sua carreira] está atrelada à capacidade de interagir com as pessoas e de entender os negócios”.

Formação acadêmica é indispensável

Quanto à formação acadêmica, apesar de alguns profissionais acharem que o domínio da técnica dispensa a necessidade de um curso superior, Sarraf rebate. “É indispensável no mundo corporativo. Não é uma questão de escolha, é um pré-requisito básico, um critério de seleção.”

A formação pode ser em tecnologia ou até em outro curso, complementa a headhunter, como em administração de empresas. A formação em outras áreas ajuda a construir uma carreira mais abrangente, o que vale também para cursos de extensão, como pós-graduação e de atualizações.

Na hora de fazer a escolha, o profissional deve pesquisar bastante as possibilidades, pedir recomendações para colegas e levar em conta que um curso sempre demanda horas de dedicação. “Para aproveitar, tem que fazer com vontade”, diz Sarraf.

Aprendendo na prática

Outras habilidades importantes, como a de lidar com equipes e comandar projetos, são aprendidas na prática em “empresas que são boas escolas”, segundo Okret. Passar por boas firmas ajuda a construir uma reputação e a adquirir uma variedade de experiências ao passar de uma função para outra, a formar um perfil de competências completo. Isso tudo é muito valorizado pelo mercado.

Por fim, é preciso saber que um bom salário não é sinônimo de carreira bem-sucedida. Para Okret, sucesso é mais que conseguir um bom emprego: é “se desenvolver, ser feliz e ter satisfação naquilo está fazendo”.

Configurando Eclipse e JBOSS

Autor:  Mauricio Junior – mauricio@aspneti.com

www.aspneti.comwww.mauriciojunior.org

Olá pessoal, estou aqui disposto a mostrar como criar uma aplicação utilizando, configurando o Eclipse e o servidor de aplicação JBOSS. Cada passo falado é mostrado uma imagem de ilustração cujo fica melhor o entendimento. Para algumas pessoas, a dificuldade é saber como configurar e trabalhar com a ferramenta, tentarei tirar esta dificuldade falando passo a passo.

Em passos anteriores, criei as variáveis de ambiente, instalei o framework Java e baixei a IDE Eclipse, cliquei duas vezes no arquivo eclipse.exe. Coloquei o mesmo dentro da pasta “C:\Arquivo de Programas\Eclipse”. Essa IDE já vem com plugins do JBOSS (servidor de aplicação).

Referência: 1.1

Depois do splash mostrado, é necessário escolher um espaço de trabalho ou “Workspace” como a IDE mostra. (Referência 1.2)

Referência: 1.2

Explicação:

 

Esse espaço de trabalho, para quem já trabalhou com Visual Studio é como criar uma solução para sua aplicação. Posso ter vários projetos dentro de minha IDE, porém alguns abertos, outros fechados, todos aberto ou todos fechados. O endereço escolhido na imagem de ilustração “C:\jboss-4.0.2\server\default\deploy” é um caminho padrão que escolhi, isso porque todas as aplicações devem ficar dentro desta pasta, isso já foi mostrado no passo anterior.

Lembre-se que essa opinião é pessoal minha, você pode escolher qualquer outro lugar para gravar sua solução. “Depois de escolhido o caminho, o eclipse criará automaticamente uma pasta chamada “.metadata” onde terão as referências de todos os projetos no mesmo caminho.

Cliquei o botão de “OK” e o eclipse foi aberto sem qualquer problema. Sempre abaixo, existem algumas abas próprias da ferramenta como:

– Problems;

– JavaDoc;

– Declaration;

– Search;

– Console;

– e outras.

Caso não veja qualquer uma dessas abas, acesse o menu WINDOW / SHOW VIEW. Dentro, possuirá algumas abas importantes para o desenvolvimento do projeto. Não tenho a aba que gostaria, fui direto com o menu no link Other… (outras…); ou seja; outras abas.

Referência: 1.3

Cliquei no Other… e apareceu a opção (referência 1.4).

Referência: 1.4

São outras abas que podem ser escolhidas. Aproveitando a deixa, na pasta Server, escolhi “Servers” para aparecer na IDE. É necessário atribuir um servidor específico, ou seja, o JBOSS já colocado na máquina. Em alguns casos, o mesmo não aparece automaticamente, depende da IDE, em outros aparecem configurados. Mesmo assim é bom mostrar como configurar o servidor dentro do eclipse.

Cliquei com o botão direito em cima do “Server” (aba adicionada anteriormente), escolhi a opção NEW e em seguida SERVER; ou seja; adicionar um novo servidor. Lembre-se que adicionado uma vez, não é necessário adicionar novamente, o mesmo será usado dentro do eclipse. (Referência 1.5)

Referência: 1.5

Cliquei em server e apareceu a tela (referência 1.6).

Referência: 1.6

Explicação:

A referência 1.6 mostra apenas o tipo de servidor que deseja adicionar em sua aplicação. Note que possui a pasta “Apache” e “Jboss Inc”; cada uma com as suas respectivas versões. Escolhi a versão 4.0 do Jboss e apertei o botão NEXT. (Referência 1.7)

Referência: 1.7

A referência 1.7 mostra a JRE 1.5.0_07 selecionada como padrão cujo já está instalada. O primeiro campo Name é apenas um nome qualquer que deve ser colocado, por exemplo: “JBoss Server”. O segundo campo, Home Directory, deve ser informado ou escolhido o diretório padrão do Jboss, ou seja, o caminho do programa. No passo anterior, coloquei no diretório “C:\jboss-4.0.2” em meu computador, dessa forma, indiquei o mesmo caminho clicando no botão Browse. Escolhi o diretório principal, apareceu automaticamente no campo Configuration três opções para escolha: all, default e minimal.

Referência: 1.8

Escolhi a opção “default”, cliquei no botão Finish e automaticamente apareceu o servidor na aba “Servers”. Basta depois utiliza-lo iniciando ou depurando. Em outros passos, mostrarei como iniciar, depurar e parar o servidor configurado.

Referência: 1.9

Depois do servidor configurado, mostrarei como criar um projeto Java J2EE; o primeiro projeto. “Antes da criação, lembre-se que o mesmo deve ter a extensão “.war”; é uma extensão específica para o servidor Jboss”. Dessa forma ele compila corretamente toda aplicação.

Dentro do eclipse, cliquei em FILE / NEW / PROJECT. (Referência 1.10)

Referência: 1.10

Automaticamente apareceu uma outra tela para escolher o tipo do projeto em criação. É uma tela de “Winzard”. (Referência 1.11)

Referência: 1.11

Escolhi o primeiro tipo, “Java Project” e em seguida apertei o botão NEXT, seguindo para o próximo passo. Agora, é necessário colocar o nome do projeto no campo “Project name”; pode ser configurado ou marcado outras opções necessárias. Não tem problema deixar como default. (Referência 1.12)

Referência: 1.12

No campo “Project name” coloquei o nome do projeto ProjetoJava.war. Em Contents está marcado a primeira opção (default), que é criar um novo projeto dentro do mesmo espaço de trabalho. Geralmente deixo dentro do mesmo workspace, caso contrário, só marcar a outra opção e escolher o caminho específico. O JRE já vem selecionado qual o framework instalado em sua máquina, caso tiver mais que uma, basta selecionar a opção Use a project especific JRE e marcar a versão específica.

Outra opção é a Project Layout, cujo vem marcado Use project folder as root for sources and class files, nesta opção é bom já colocar o source em uma pasta separada. Portanto, marquei a segunda opção: Create separate source and output folders e cliquei no link Configure default… .(Referência 1.13).

Referência: 1.13

Depois que cliquei no link (Configure default…) apareceu a tela de referência 1.13, que em seguida marquei a opção Folders do Source and output folder. É necessário definir isso para que o código fonte fique separado do código compilado. Lembre-se que classe tem a extensão “.java” e o código compilado fica “.class”. Cliquei em Apply, em seguida OK para voltar a tela anterior. (Referência 1.12).

Antes mesmo de clicar no botão FINISH, renomeei o projeto para “ProjetoJava.”; ou seja; sem o “war”. (Referência 1.14)

Referência: 1.14

Note que existe uma mensagem informando que o nome do projeto está errado. Isso é muito legal porque qualquer tipo de erro, a IDE mostra as mensagens específicas. Coloquei novamente o projeto para “ProjetoJava.war” e apertei o botão Finish.

Foi criado com sucesso o meu projeto com pastas específicas e “.jar”s específicos. (Referência 1.15)

Referência: 1.15

Bom, espero ter ajudado de alguma forma. Fique de olho nos próximos passos. Qualquer dúvida, favor entrar em contato pelo e-mail mauricio@aspneti.com.

Primaria aplicação Java JEE

Olá pessoal, meu nome é Mauricio Junior e estou disposto a mostrar neste documento como começar a primeira aplicação Java J2EE, ou seja, passo a passo montando ambiente, instalação de software, variáveis de ambiente, ferramenta IDE e muito mais. Sinceramente espero que possa te ajudar como me ajudou.

Veja as ferramentas e tecnologias usadas:

– JDK 1.5;

– Ferramenta de desenvolvimento ECLIPSE;

– Servidor de aplicação WEB JBOSS;

– Plugins mais usados para o ECLIPSE;

– Framework STRUTS;

– Banco de dados SQL SERVER 2000.

Para prática e avante

O primeiro de tudo é instalar o JDK 1.5, ou seja, é o framework Java que coloca efetivamente tudo (Java) para funcionar. Sem este framework na máquina, nada funciona. O mesmo pode ser baixado gratuitamente pela internet no site da SUN; lembro-te que pode ser instalado em qualquer sistema operacional existente, ou seja, compatível em todas as tecnologias do mercado nos dias de hoje.

Para download JDK 1.5 (Windows) acesse o link abaixo:

http://192.18.108.226/ECom/EComTicketServlet/

BEGIN5BDFD1A613A79CADECD881F436FB2385/-

2147483648/1760236443/1/781010/780962/1760236443/2ts+/

westCoastFSEND/java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-

JPR/java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-JPR:1/

java_app_platform_sdk-5_01-windows-nojdk.exe

Tamanho: 113.35 Megas

Para download JDK 1.5 (Linux) acesse o link abaixo:

http://192.18.108.226/ECom/EComTicketServlet/

BEGIN5BDFD1A613A79CADECD881F436FB2385/2147483648/1760236443/1/

781010/780974/1760236443/2ts+/westCoastFSEND/java_app_platform_5.0_01-

nojdk-oth-JPR/java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-JPR:2/java_app_platform_sdk-

5_01-linux-nojdk.bin

Tamanho: 116.10 Megas

Para download JDK 1.5 (Solaris) acesse o link abaixo:

http://192.18.108.226/ECom/EComTicketServlet/

BEGIN5BDFD1A613A79CADECD881F436FB2385/-

2147483648/1760236443/1/781010/780986/1760236443/2ts+/westCoastFSEND/

java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-JPR/java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-

JPR:3/java_app_platform_sdk-5_01-solaris-i586-nojdk.bin

Tamanho: 117.43 Megas

Para download JDK 1.5 (Solaris SPARC) acesse o link abaixo:

http://192.18.108.226/ECom/EComTicketServlet/

BEGIN5BDFD1A613A79CADECD881F436FB2385/2147483648/1760236443/1/781010/

780998/1760236443/2ts+/westCoastFSEND/

java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-JPR/

java_app_platform_5.0_01-nojdk-oth-JPR:4/

java_app_platform_sdk-5_01-solaris-sparc-nojdk.bin

Tamanho: 118.70 Megas

Para maiores informações, acesse http://java.sun.com.

Depois de baixar o framework, instalei o mesmo normalmente. (Referência 1.1)

Referência: 1.1

 

Depois de instalado com sucesso, preciso colocar as variáveis de ambiente do Windows. Para isso, é necessário clicar com o botão direito em cima de MEU COMPUTADOR. (Referência 1.2)

Referência: 1.2

Cliquei no botão VARIÁVEIS DE AMBIENTE na aba de AVANÇADO. (Referência 1.3)

Referência: 1.3

Na referência 1.3, note que existem duas telinhas: 1 – Variáveis de usuário; 2 – Variáveis do sistema. Na tela 2 (variáveis do sistema) é necessário inserir algumas coisas importantes para funcionamento ideal Java. Localize a variável Path na tela 2 e adicione um caminho do JAVA instalado anteriormente adicionando a basta bin; ou seja; C:\Arquivos de programas\Java\jdk1.5.0_07\bin;

Este caminho é o que foi instalado em minha máquina. O passo seguinte é clicar no botão NOVA da tela 2. (Referência 1.4)

Referência: 1.4

No primeiro campo adicionei o nome ClassPath e no segundo campo coloquei dois caminhos com as pastas bin e lib seperando-as com (ponto e vírgula). Veja o resultado:

C:\Arquivos de programas\Java\jdk1.5.0_07\bin;

C:\Arquivos de programas\Java\jdk1.5.0_07\lib;

Para finalizar clique OK e pronto. Até o momento só configurei e instalei o ambiente Java com todas as variáveis de ambiente. O próximo passo é baixar o “servidor de aplicação” JBOSS utilizando o site oficial.

Link para download: http://labs.jboss.com/portal/jbossas/download

Site oficial: http://www.jboss.org

O software Jboss é um servidor de aplicação web, ou seja, para quem mexe com ASP 3.0 ou ASP.NET é como o software da Microsoft chamado IIS. O mesmo pode ser parado e iniciado. A ferramenta IDE Eclipse possibilita até mesmo o debug de classes Java.

Após baixar o server application, basta extrair o mesmo para a pasta C:\Jboss_versão. (Referência 1.5)

Referência: 1.5

Para que toda aplicação WEB funcione corretamente junto ao Jboss, deve ser colocado em uma pasta separada, de preferência com (.war) localizado na pasta abaixo como exemplo:

Jboss-x.x.x/server/default/deploy/Aplicativo.war

Referência: 1.6

 

Em passos seguintes, falarei mais sobre este caminho do aplicativo.

 

IDE Eclipse para Jboss

 

Existem várias IDE’s criadas com plugins diferenciados pela internet. Deixo claro que irei utilizar a mais recente versão lançada para o server application Jboss. A mesma pode ser baixada pela internet com a maior facilidade e grátis para desenvolvimento e construção de software. Segue o link para download:

Link para download: http://labs.jboss.com/portal/jbosside/download/index.html

Para instalação, extrai todos os arquivos para uma pasta em minha máquina, terá o arquivo “eclipse.exe”, execute o mesmo para abrir a ferramenta. Como comentei anteriormente, essa versão é exclusiva para o servidor Jboss com todos os plugins necessários. No decorrer da série, mostrarei os demais plugins necessários para uso da ferramenta.

Referência: 1.7

O Eclipse já vem configurado o servidor de aplicação onde seu aplicativo rodará a ponto de bala. Por padrão, o servidor vem configurado para a porta 8080, ou seja, quando for digitado o endereço no browser deve colocar da seguinte forma:

http://localhost:8080/NOME_DA_APLICACAO

Referência: 1.8

 

Não se preocupe com essa configuração de porta, a mesma pode ser alterada sem qualquer problema para qualquer porta desejada. Basta apenas mudar um arquivo XML. Configurei a minha aplicação para a porta 8082. (Referência 1.9)

Referência: 1.9

A referência 1.9 mostra apenas o ambiente com a ferramenta Eclipse aberta. Existem muitos botões, funções e itens do menu que mostrarei mais a frente explicando passo a passo todo o funcionamento.

Fique experto para os próximos passos publicados, mostrarei como criar um projeto, utilizar o framework struts, conectar ao banco de dados de uma melhor forma e muito mais.

Bom, espero ter ajudado de alguma forma. Fique de olho nos próximos passos. Qualquer dúvida, favor entrar em contato pelo e-mail mauricio@aspneti.com.

Mauricio Junior

www.aspneti.com

www.mauriciojunior.org

Integrando JSF e CSS – Aplicando estilos ao dataTable

Continuando o nosso artigo anterior sobre integração de JSF(Java Server Faces), e CSS(Cascading Style Sheets) em formulários, nesse artigo, iremos aprender, como aplicar folhas de estilos a um dataTable.

Só lembrando que dataTable é uma importante tag do pacote html do JSF, sua finalidade é facilitar as iterações em coleções de objetos gerando dessa forma um objeto <table> em HTML com valores vindos dessa coleção.

Tomando novamente por base que você já tenha alguma vivência com JSF, crie um projeto de aplicação web com suporte a essa tecnologia, nele, teremos uma aplicação que aplica o esquema de uso de CSS conforme mostra a figura 01, note que teremos um arquivo CSS, que contém quatro elementos chamados: “tabela”, “cabecalho”, “primeiro” e “ultimo”, cada um deles, tem um objetivo de estilo específico, pois observe que o elemento “tabela”, será aplicado na borda da mesma, o “cabecalho”, é aplicado nos títulos de cada coluna, já os elementos “primeiro” e “ultimo” trabalham em conjunto de maneira alternada para gerar um efeito de colunas zebradas, onde primeiro teremos uma coluna com fundo verde mais claro e a segunda coluna com o fundo verde mais escuro, não importando o número de colunas que tabela possua.

mpjscsfig01.JPG

Figura 01 – Esquema de integração CSS e dataTable

Elementos CSS

Como você observou na figura 01, teremos um arquivo CSS que será chamado de tabelas.css, e deverá ser inserido em um diretório específico em seu projeto, veja na listagem 01, os elementos que participam desse arquivo CSS, observe que no geral, as definições de estilos, são relacionadas às bordas, cor de fundo, alinhamento e fontes.

/* Definição de estilos para toda a tabela*/

.tabela {

border: 1px solid green;

}

/* Definição de estilos para linha de cabeçalho da tabela*/

.cabecalho {

text-align: center;

font: 11px Arial, sans-serif;

font-weight: bold;

color: Snow;

background: #008B45;

}

/* Definição de estilos para coluna */

.primeiro {

text-align: center;

font: 11px Arial, sans-serif;

background: #A2CD5A;

}

/* Definição de estilos para coluna */

.ultimo {

font: 11px Arial, sans-serif;

text-align: center;

background: #BCEE68;

}

Listagem 01 – Arquivo CSS.

Código JSF para gerar dataTable

Agora, veja na listagem 02, em que nossa página JSP(Java Server Pages) teremos o código comentado JSF(Java Server Faces), contendo a tag dataTable que fará a iteração sobre a lista vinda de uma classe Managed Bean e construirá uma tabela contendo os campos e os elementos da lista, aplicando os estilos definidos no arquivo tabelas.css.

<!–Chamada aos pacotes core e html do JSF –>

<%@taglib prefix=”f” uri=”http://java.sun.com/jsf/core”%&gt;

<%@taglib prefix=”h” uri=”http://java.sun.com/jsf/html”%&gt;

<html>

<head>

<meta http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=UTF-8″>

<!–Chamada ao arquivo tabelas.css que contém as espeficicação de estilos –>

<link rel=”stylesheet” type=”text/css” href=”css/tabelas.css”/>

<title>JSP Page</title>

</head>

<body>

<f:view>

<h1><h:outputText value=”Integrando JSF com CSS” /></h1>

<h:form>

<!–

criação de uma tabela HTML através da tag JSF dataTable, note a chamada

aos elementos CSS através do atributo styleClass (Para o dataTable

inteiro),o atributo headerClass (para a linha de cabeçalho) e

columnClasses(para as colunas da tabela)

–>

<h:dataTable var=”objetoCliente” value=”#{cli.lista}”

styleClass=”tabela” headerClass=”cabecalho”

columnClasses=”ultimo,primeiro” >

<h:column>

<f:facet name=”header”>

<h:outputText value=”Nome”/>

</f:facet>

<h:outputText value=”#{objetoCliente.nome}”/>

</h:column>

<h:column>

<f:facet name=”header”>

<h:outputText value=”Email”/>

</f:facet>

<h:outputText value=”#{objetoCliente.email}”/>

</h:column>

<h:column>

<f:facet name=”header”>

<h:outputText value=”RG”/>

</f:facet>

<h:outputText value=”#{objetoCliente.rg}”/>

</h:column>

<h:column>

<f:facet name=”header”>

<h:outputText value=”CPF”/>

</f:facet>

<h:outputText value=”#{objetoCliente.cpf}”/>

</h:column>

</h:dataTable>

</h:form>

</f:view>

</body>

</html>

Listagem 02 – Código JSF com a tag dataTable.

Com esse código pronto, basta executarmos nossa aplicação e teremos uma página semelhante ao mostrado na figura 01, lembrando que nesse artigo, foi usado o NetBeans 5.5, portanto a aplicação foi executada pelo próprio TomCat 5.5.17 embutido na própria IDE do NetBeans, mas esse trabalho, pode ser feito em qualquer IDE, usando o não o TomCat embutido.

mpjscsfig02.JPG

Figura 02 dataTable gerado ao rodar a aplicação.

Só lembrando que para obter esse resultado foi usado uma classe chamada ClienteBean que contém os atributos mostrados na tabela e seus respectivos métodos getters e setters, bem como um Managed Bean chamado ClienteManagedBean, que contém o atributo lista do tipo ArrayList e um método chamado getList() que retorna a lista devidamente populada pelos elementos desejados.

Conclusões

Bem, como você viu, aplicar estilos CSS em paginas JSF é bem simples, entenda, que o objetivo principal desse artigo foi mostrar exatamente a dinâmica dessa integração, claro que dependendo da necessidade você poderá usar muito mais formas de aplicação dessas suas fantásticas tecnologias. Espero que você tenha gostado, e principalmente tenha elucidado algumas dúvidas suas a respeito desse assunto. Até a próxima.

 

Autor:

Manoel Pimentel Medeiros (manoelp@gmail.com), é engenheiro de software trabalha atualmente na Rhealeza Informática(SP) com projetos em Java, entre outras atividades, se dedica a Coordenação do Grupo de usuários de extreme programing da região norte – XPNorte e do NUG-BR(NetBeans Users Group – Brasil), além de ser colunista do portal e revista JavaMagazine. Possui as certificações: Scrum Master, Java e Delphi da Brainbench.

 

Fonte:

http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=5327

 

 

Referências

MEDEIROS, Manoel Pimentel – Artigo Integrando JSF e CSS(DevMedia- 2007)

Link: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=4577

10 dicas para manter seus dados pessoais longe de criminosos da internet

Por Daniel dos Santos, editor executivo da PC World

Publicada em 30 de abril de 2007 às 07h00

São Paulo – Os e-mails fraudulentos são uma praga que não pára de crescer. Confira 10 conselhos para ajudá-lo a não cair neste golpe online.

Basta abrir sua caixa de e-mails para trombar com eles. Os e-mails fraudulentos são uma praga que não pára de crescer. Só a Symantec afirma ter barrado 1,5 bilhão de mensagens desse tipo no primeiro semestre do ano passado. E como evitar que seus dados caiam nas mãos de criminosos? É só tomar alguns cuidados:

1) Instale um filtro anti-spam – Eles não resolvem tudo, mas reduzem sensivelmente a quantidade de lixo e de mensagens de criminosos que chegam à sua caixa de entrada

2) Desconfie sempre – Prêmios, vídeos de gente famosa flagrada com o novo namorado, fotos inéditas da última tragédia… Não acredite em nada desse tipo. Temas como esses são as iscas prediletas utilizadas por criminosos para que você baixe arquivos que roubam dados do PC, que são enviados pela internet. Recebeu algo assim? Apague.

3) Não clique em links de e-mails – Mesmo que uma mensagem pareça legítima (traz como remetente o seu banco e pede para você clicar em uma promoção, por exemplo), resista. Links são facilmente camuflados (você vê http://www.banco.com.br, mas é redirecionado para http://www.qualquercoisa.com.br). Se você quer mesmo saber se o seu banco tem alguma nova promoção, digite o endereço da instituição diretamente no navegador.

4) Cuidado ao fazer downloads – Procure baixar programas de fontes confiáveis, que verificam os arquivos que disponibilizam. Se puder, evite os serviços de compartilhamento. Eles são uma das principais fontes de disseminação de programas nocivos.

5) Fique esperto com o Messenger – Recebeu um link pelo MSN Messenger ou qualquer outra ferramenta de comunicação? Novos vírus disparam essas mensagens automaticamente. Cheque com o remetente se foi ele mesmo e do que se trata.

6) Seja discreto no Orkut – Páginas de comunidades são muito legais, mas também são uma fonte preciosa de dados para criminosos. Lá eles encontram e-mails e outras informações que podem ser utilizados para golpes. Por isso, seja discreto em seu perfil e restrinja o acesso aos seus dados.

7) Instale um bom antivírus – Já foi o tempo em que ele era suficiente para proteger os computadores. Mas é um componente importante no pacote de proteção. Para conferir nosso comparativo de pacotes de proteção, que trazem vários tipos de ferramentas, clique aqui.

8) Adote um anti-spyware – Com a proliferação de programas espiões, o anti-spyware passou a ser item obrigatório no pacote de proteção.

9) Tenha um firewall – As últimas versões do Windows incluem esse tipo de ferramenta, mas é recomendável adotar uma solução de terceiros, que ofereça um maior nível de proteção.

10) Atualize sempre – É chato, mas é preciso ter seus softwares sempre em dia, principalmente o sistema operacional e as ferramentas de segurança (antivírus sem atualização não resolve quase nada). De preferência, configure seus programas para realizar atualizações automáticas.

Novidades no Flash CS3 – Parte 01

Hoje vamos falar um pouco do Flash 9, ou Flash CS3, como preferirem. CS3, diga-se de passagem, é um dos maiores pacotes de softwares já lançados na história da informática.

Nova Cara

Logo ao entrarmos no novo Flash, nós percebemos que o design dele mudou e muito. A Barra de ferramentas por exemplo, agora pode ser arranjada em apenas uma coluna, ao invés de duas como era padrão do Flash 8. Já a barra de painéis, aonde geralmente colocamos a Library e o painel de Align, agora pode ser ‘compactada’ como na foto acima, e ao acionar os botões, o painel é aberto não abaixo do seu ícone, mas sim em uma nova coluna, a esquerda da barra de painéis.

Pois bem, chega de novidades no layout e vamos às novidades práticas.

CONVERT TO SYMBOL

Se você utiliza o menu Modify > Convert To Symbol, ou mesmo o comando F8, agora poderá usar o recurso de arrastar para a biblioteca. Inclusive podendo arrastar diretamente para a pasta onde você quer que ele fique. Isso agiliza muito o desenvolvimento do site e a organização da Library.

COPY MOTION AS ACTIONSCRIPT 3

Para quem gosta de animações via time-line ou não conseguia fazê-las via ActionScript, o Flash CS3 incorporou uma função que irá resolver seus problemas: o Copy Motion as ActionScript 3. Com esse recurso você consegue converter suas animações de time-line em ActionScript e reutilizá-las em outros movieclips.

Para utilizar esse recurso, crie uma animação qualquer com tween motion, clique sobre a time-line e vá ao comando “Copy Motion as ActionScript 3”.

Após isso, abrirá uma janela abaixo, perguntando o instance name do movieclip que você irá utilizar a ação:

Feito isso, vá até o outro movie clip que você deseja aplicar a ação e instancie-o com o mesmo nome dado no passo anterior:

Abra o painel de Actions-Frame, clicando em um frame vazio e apertando F9. Clique com o botão direito dentro do painel, e clique em “Past” (ou Ctrl+V pra quem é ninja no assunto) e está pronto.

Teste seu filme dando Crtl+Enter e veja o resultado:

Este recurso, particularmente não gostei, até porque, para uma animação muito simples como a que fiz nesse exemplo, o flash gastou 25 linhas de comando para realizá-la. Mas fica a critério de cada um utilizar ou não.

**COPY AND PAST FILTER?0

Fonte:

http://www.imasters.com.br/artigo/6103/flash/novidades_no_flash_cs3_-_parte_01

 

Alexandre Bini (e-mail) é graduando em Ciencia da Computação pela Faculdade Thathi/COC, de Araçatuba-SP. Especialista em Flash/Actionsript e sócio da Voraz Multimídia, empresa de desenvolvimento de sites e conteudo multimídia em geral.

As novas funcionalidades do Dreamweaver CS3

Leandro Vieira (e-mail) trabalha com desenvolvimento para web desde 2002, é Diretor da Plugsites.net e Administrador do projeto DWMX.

O Dia 27 de março de 2007 foi marcado pelo lançamento da Adobe Creative Suite 3. Entre os integrantes dessa novidade, está a nova versão do Dreamweaver: o Adobe Dreamweaver CS3. E neste artigo pretendo lhe contar as novas funcionalidades que foram adicionadas a essa versão.

Spry framework para Ajax

Spry é um framework desenvolvido pela Adobe e através dele, o Dreamweaver oferecerá suporte ao Ajax. Como ele é um framework client-side e em forma de bibliotecas JavaScript, qualquer outro editor de HTML poderá utilizá-lo.

Através desse framework, o Dreamweaver CS3 através de sua interface oferecerá possibilidades para se trabalhar com os recursos do Spry de forma fácil e prática. O Spry se divide em três principais especificidades: Spry data, Spry widgets e Spry effects.

Através do Spry data, poderemos Integrar dados à uma página através de arquivos XML (esses arquivos podem ser um Feed RSS ou um banco de dados) com opção de filtros e ordenação.

Utilizando o Spry widgets, adicionaremos elementos de interface à página como listas, tabelas, abas, validação de formulário e repetição (loop) de regiões determinadas em uma página.

Já com o Spry effects, você adicionará efeitos visuais nos elementos de suas páginas. Com tais efeitos, os elementos de sua página poderão: crescer (grow), encolher (shrink), esmaecer (fade), realçar (highlight), entre outros efeitos.

Mas o Spry framework não é uma maravilha como esperávamos, tal framework utilizada atributos proprietários nas tags HTML, resultando num JavaScript obstrutivo (quando deveria ser não-obstrutivo), inacessível e na invalidação da página. Espero que Adobe trabalhe arduamente para corrigir esses consideráveis detalhes.

Abaixo há uma ilustração da aba Spry na Insert bar do Dreamweaver CS3.

Visualização da aba Spry na Insert bar do Dreamweaver CS3Visualização da aba Spry na Insert bar do Dreamweaver CS3

Suporte completo a CSS

Se tratando de Cascading Style Sheet, o Dreamweaver CS3 incorporou inúmeros recursos que merecem ser mencionados. Começando pela disponibilização de vários layouts CSS e cada um deles com extensivos e completos comentários a respeito das declarações CSS utilizadas.

O novo painel CSS Styles ficou super interessante, funcional e focado em importantes facilidades. Agora, você poderá mover as CSS de várias maneiras, ou seja, mover as CSS inline para o head; mover do head para um arquivo, CSS, externo; mover entre um documento e outro; e muito mais.

O novo painel CSS Styles ficou unificado e inteligente, agora visualizar as declarações CSS aplicadas em um elemento em específico ficou super fácil, e você poderá alterar tais declarações de forma visual, rápida e de forma consistente.

Através do CSS Advisor website, você encontrará soluções para os bugs de navegadores específicos se tratando de CSS, e tais soluções são postadas pelos membros dessa comunidade. Há dicas interessantes e importantes por lá.

Através da própria interface do Dreamweaver, será possível verificar a compatibilidade da página entre os navegadores disponíveis; o que significa dizer que você economizará tempo, terá certeza que a visualização da página será consistente entre os navegadores e os sistemas operacionais. E tudo isso sem a necessidade de abrir o navegador no seu computador.

Integração entre os programas

O Dreamweaver CS3 terá uma integração eficiente com o Adobe Photoshop CS3 e o Fireworks CS3, afinal de contas, todas agora são parentes e ambos se conhecerão cada vez mais.

Suporte ao formato de vídeo FLV

Agora, com apenas cinco cliques e sem nenhum conhecimento do Adobe Flash, será possível inserir vídeos em sua página de forma fácil e customizada. Uma vez que tal vídeo, tenha o formato FLV.

Suporte as principais tecnologias

Como é de seu conhecimento, o Dreamweaver oferece suporte as principais linguagens utilizadas no desenvolvimento web, ou seja, HTML, XHTML, CSS, XML, JavaScript, Ajax, PHP, Adobe ColdFusion®, ASP, ASP.NET, e JSP.

Minha expectativa, ainda não tive informações a respeito, é quanto a melhoria no suporte ao PHP. Tenho conhecimento que o suporte será melhorado, fato comprovado pela comprada da Interakt pela Adobe. Vamos ver o que nos aguarda.

Acredito que com essas informações foi possível ter uma noção do que o Dreamweaver CS3 irá nos proporcionar. Então lhe pergunto: o que você achou desses novos recursos? Qual o mais interessante para você, por que? Vamos discutir a respeito. Comente ou me envie um e-mail. Um abraço a todos.