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O que torna os Gerentes de Projetos irritantes ?

dezembro 14, 2011 Deixe um comentário

Como gerentes de projeto, sempre estamos tentando fazer o melhor para o projeto. Ou não? Será que a visão de outros stakeholders não pode ser diferente, e estamos na realidade atrapalhando o trabalho dos demais? Obviamente isto parece um exagero, mas encontrei um artigo no site About.com, que fala sobre o que os desenvolvedores web odeiam nos gerentes de projeto.

O que torna os gerentes de projeto irritantes?
*) Quando assumem que podem fazer o trabalho da equipe

Gerentes de projeto não devem se meter a fazer o trabalho dos outros, mesmo que já tenham trabalhado nesta área antes. Trata-se de uma questão de foco, respeito e ética. Cabe ao gerente definir escopo, planejar prazos e deliverables e controlar custos, com o apoio da equipe. Também não há nada de errado em discutir diferentes técnicas e metodologias para chegar ao resultado.

O problema está quando o gerente começa a pisar na linha da arrogância e falta de respeito profissional, acreditando que pode fazer o trabalho do outro profissional melhor do que ele. Se o profissional não desempenha, há que substituí-lo, e não fazer o trabalho por ele.

*) Quando definem prazos ridículos

Definir uma meta de prazo insana não quer dizer que acontecerá. Este tipo de situação torna-se motivo de piada pela equipe, e o gerente perde credibilidade. No projeto, existem pressões naturais para redução de prazo, e o gerente precisa administrá-las para manter a bom senso nas estimativas, e não ceder cegamente ao que o patrocinador ou o cliente desejam.

*) Quando formalizam opiniões informais

Esta é ótima. Muitas vezes, especialmente em fases iniciais do projeto, o gerente quer obter algumas estimativas macro para seu planejamento. Ele insiste com a equipe que lhe passe alguns números de referência… e depois os formaliza como uma avaliação firme. Este é um “golpe baixo” que criará uma energia negativa da equipe em relação ao gerente de projeto. Pior ainda é quando, em uma reunião, ele pressiona para que se digam números em frente aos outros stakeholders, com o pretexto de que é “para ter uma idéia”. Especialmente quando quem está na reunião é o cliente, está criado o cenário para dificuldades de comunicação no projeto.

*) Quando estão mais preocupados com relatórios do que com resultados

Reportar atividades é fundamental nos projetos… mas bom senso também. O gerente de projeto deve saber dosar a necessidade de relatórios de status para que não se sobreponham às atividades em si. Mais ainda, deve ter o discernimento para compreender situações nas quais os relatórios devem ser simplesmente ignorados, para atender a necessidades críticas do projeto.

*) Quando não conhecem os detalhes do projeto

Os gerentes tem uma expectativa de que cada profissional que participa do projeto conheça muito bem sua área de atuação. No entanto, o mesmo é esperado da equipe… que o gerente saiba se comunicar adequadamente sobre o projeto e que tenha as informações chave que a equipe precisa para desempenhar bem suas atividades.
Luiz Paiva é Gerente de Projetos e mantenedor do Site www.ogerente.com

Fonte: http://www.projetizado.com.br/artigo.asp?sequencial=20

OpenProj – Uma solução aberta para o gerenciamento de projetos

dezembro 14, 2010 Deixe um comentário

Fonte: http://agerenciaagradece.wordpress.com/2010/12/07/openproj-uma-solucao-aberta-para-o-gerenciamento-de-projetos/

O OpenProj é uma aplicação gratuita de gestão de projetos. Esta ferramenta substitui plenamente o Microsoft Project e outras aplicações similares. Mais de 1 milhão utilizadores certificam a qualidade deste gestor de projetos, assim, tornando-se um dos maiores e mais conhecidos softwares open source. O OpenProj é disponibilizado para Linux, Mac e Windows em vários idiomas, incluindo o português.

O OpenProj é composto pelas scheduling engines mais avançadas do mercado, permitindo o uso de gráficos Gantt, diagramas de rede PERT, gráficos WBS e RBS, gráficos de custos e de valor e várias outras funcionalidades.

 

O processo de instalação é extremamente simples, solicitando apenas a confirmação do caminho de instalação do software. Ao término da instalação você tem a opção de já executar o OpenProj. Iniciando o OpenProj pela primeira vez, você verá o termo de aceite da licença de uso do software ( Common Public Attribution License Version 1.0 (CPAL). Em seguida você pode registrar seu e-mail para receber novidades sobre o produto e então começar a utilizar o produto. O OpenProj apresenta uma interface de fácil utilização e na instalação reconhece automaticamente o idioma utilizado.

Interassado no OpenProj? Basta clicar aqui para fazer o download para seu desktop, ou acesse o site para maiores informações.

Levar trabalho para casa faz mal à saúde

Levar trabalho para casa é uma prática polêmica. A maioria torce o nariz só de pensar nesta hipótese, outros não se importam, mas hoje em dia parece que poucos conseguem escapar do hábito. “Respiro, vivo o sindicato. Minha mulher até pediu para eu trazer a cama para cá”, afirma Wanderley Milton Alexandre, assessor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, que trabalha até aos domingos. Quando não vai ao sindicato, ele leva trabalho para casa.

Alexandre conta que trabalha há 34 anos na entidade. Ele diz: “gosto de trabalhar, mas não sei por que faço isso. Vi derrubarem a sede velha e a construção da nova. Raras vezes passeio ou tiro férias. Os filhos me cobram porque não acompanhei o crescimento deles. Eles não são muito ligados a mim e me arrependo. Casei com 21 anos. O tempo foi passando e não vi”, lamenta.

A assessora técnica Andréa Isaias leva trabalho para casa. Ela explica que faz isso só quando o trabalho está atrasado e tem prazo para entregar. “Nem sempre levar trabalho para casa significa falta de organização minha. Não depende apenas do meu empenho. Outras pessoas estão envolvidas”, diz.
Izilda Alves Álvares, que trabalha na área de recursos humanos, faz o trabalho no ônibus porque mora em Campinas e trabalha em São Paulo. “Como viajo todos os dias, aproveito as 2h30 de viagem e coloco tudo em dia”, declara.

A secretária Vera Lúcia de Godói conta que levou trabalho para casa durante 10 anos, numa época em que desenvolvia muitas atividades. Fazia assessoria bancária, degravação de fitas e produzia boletins. De acordo com ela, era uma vida sem descanso. Mas a secretária diz não se arrepender, pois ficava feliz quando o trabalho terminava.

Brigas em casa e problemas de saúde
A assessora de imprensa Janaína Bastos conta que cansou de levar tarefas do trabalho para fazer em casa. Revisão e redação de textos, materiais para leitura, preparação de atividades. “Eram noites e finais de semana sem fim. Na segunda-feira de manhã, já estava cansada, mas era incapaz de dizer que não terminaria uma tarefa”, relata. “O resultado é que ganhava mais trabalho a cada dia, mas ainda assim achava que tinha que dar conta de tudo”.

Aos poucos o hábito começou a gerar problemas em casa. Janaína deixou de fazer programas com o marido e o filho e tiveram início as cobranças familiares. As brigas tornaram-se corriqueiras. “Meu marido começou a ficar sem falar comigo durante longos períodos. Foi muito ruim. Passei então a dedicar mais momentos aos dois, mas, mesmo nessas horas, estava sempre pensando nas tarefas que deixava de lado. E aí era uma culpa terrível por dar atenção à família e deixar o trabalho ou por trabalhar e deixar a família”, conta.

De acordo com Janaína, o hábito só foi abandonado quando ela começou a ter várias indisposições que a levaram repetidas vezes para o pronto-socorro. “Os médicos sempre atribuíam o problema ao estresse e à falta de descanso, mesmo sem que eu relatasse que trabalhava à noite e no final de semana. Eles diziam que era preciso dormir bem, ter lazer para não adoecer”, lembra.

Passados os sustos, ela diz que, de vez em quando, ainda leva algum trabalho para casa. “Mas só toco nele quando é absolutamente imprescindível. Fora dessas situações, acabo esquecendo que o levei. A tarefa fica lá, numa bolsa ou num envelope, até eu voltar para o trabalho no dia seguinte ou na segunda-feira. Estou mais saudável e em paz com minha família”, comemora.

Riscos para a saúde
“Quem leva trabalho para casa, além do realizado na empresa, agride a própria saúde e pode ainda ameaçar a da família”, adverte o professor adjunto do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Paulo Gilvane Lopes Pena. Para ele, “a residência é um espaço fundamental para a melhora da qualidade de vida” e a realização de tarefas do trabalho em casa, além de agredir a saúde, traz riscos de “desestruturação familiar e prejudica a realização das atividades domésticas.”

Pena diz que as mudanças ocorridas nas empresas são as razões que influenciam a prática de levar trabalho para casa. A exigência do trabalhador polivalente – uma pessoa que acumula várias funções diferentes – é uma delas. Também as revoluções tecnológicas, que se acentuam e exigem formação permanente, requerem esforço extra, quase nunca considerado pela empresa. “O processo de aprendizado é iniciativa do trabalhador, o que causa uma sobrecarga psíquica do trabalho e força a condução de atividades para serem realizadas na residência”.

De acordo com Pena, os problemas de saúde gerados pela sobrecarga de tarefas podem ser graves. O estresse do trabalho pode levar a distúrbios psíquicos variados, doenças cardiovasculares, gastrointestinais, entre outras. O professor ressalva também que cada um pode reagir de um jeito: “Os efeitos são cumulativos sobre o organismo e, geralmente, não há sintomas precoces para alertar os trabalhadores. Quando as manifestações clínicas ocorrem, as patologias se encontram instaladas e, não raramente, em situações de risco de morte, como infartos e acidentes vasculares cerebrais”, ele explica.

É possível acabar com a prática de levar trabalho para casa? Pena diz que não há respostas prontas para isso:

“São processos complexos relacionados às transformações estruturais do capitalismo e situações conjunturais referentes às diversas políticas sociais e trabalhistas. A construção de saídas envolve práticas que são essenciais, como a conscientização dos trabalhadores nas lutas contra formas antigas e modernas de exploração do trabalho. Estudos e pesquisas podem ajudar a demonstrar os efeitos nocivos à saúde dos trabalhadores resultantes do trabalho deslocado da empresa para a moradia e conferir aos sindicatos mais instrumentos de luta para alcançar novos direitos ou, ao menos, preservar os existentes. De toda forma, o fortalecimento dos sindicatos representa a perspectiva segura na construção coletiva da ruptura com essa velha/nova imposição desse ‘hábito’ no mundo do trabalho. O tempo fora do trabalho deve ser destinado ao lazer, às atividades lúdicas e culturais, à família, que favorecem a recomposição do desgaste psicofísico do trabalho. O sobretrabalho realizado em casa, como uma constante e resultante de organizações nocivas do trabalho, é um retrocesso nessa tendência histórica de conquistas sociais”, ensina.

Fonte: http://meusalario.uol.com.br/main/saude/levar-trabalho-para-casa-faz-mal-a-saude-1

CategoriasInformatica

Criando layouts no Photoshop Parte 2

E ai galera, com o novo portal a gente se empolga e começa a escrever sem parar. Quero retomar um artigo que foi feito o ano passado, faz mais de um ano que foi ao ar mas que não foi finalizado. Peço desculpas pela demora, mas agora vamos retomar o trabalho.

Este era o link do artigo: http://www.mxstudio.com.br/photoshop/criando_layouts_no_photoshop_parte_1/

A primeira parte do layout terminou desta maneira:

layout

Agora vamos recomeçar o trabalho criando o conteúdo do corpo para após fazer a exportação.

Bom para começar peguei uma imagem qualquer da internet.

Após criei um retângulo com o mesmo tamanho da imagem, utilizando o rounded rectangle tool, e com cantos arredondados com radius 5px.

Vamos aplicar o efeito para colar a imagem dentro do retângulo e deixar ela com os cantos arredondados, para isso precisamos colocar a layer da imagem sobre a layer do retângulo.

Agora vamos clicar com o botão direito sobre a imagem e aplicar a máscara.

Pronto, o resultado da imagem é este:

Agora vamos inserir um texto no lado, para criar o texto, utilizei o site www.lipsum.com

Criamos um título e inserimos o texto, assim preenchemos uma parte de nosso layout.

Agora vamos para parte final antes de exportarmos nosso layout. Vamos criar algo para a parte de baixo do site, simplesmente vou inserir três imagens e colocar um texto de serviços nelas.

Bom, o primeiro passo foi inserir uma das imagens, após eu criei um retângulo azul no topo e escrevi um dos textos, também criei um retângulo na base pois a imagem ficou meio solta. No topo da imagem eu coloque o canto arredondado para acompanhar o layout.

Agora vou inserir as outras imagens, colocar no mesmo tamanho mudando somente o texto. No final o resultado será este:

Pronto, o layout tá pronto, não ficou muito bonito, mas a idéia do artigo é mostrar a exportação para o Dreamweaver.
Então vamos lá.

Primeiro vamos pegar a ferramenta Slice Tool
Vamos começar a fatiar de acordo com o layout do site, procure fatias as partes do site de maneira uniforme, respeitando todos os aspectos do site.

Veja na imagem que cuidei para fatiar a parte do logotipo e todos os menus individualmente assim faremos com toda a estrutura do layout.

Finalizando o fatiamento, ele ficará assim:

Agora vamos a exportação. Primeiro vamos em file/save for web:

Na tela nova que abriu temos todas as definições de otimização do site, podemos por exemplo pegar determinados slices e escolher se eles serão exportados como GIF ou JPG, podemos também aumentar a qualidade de imagem de determinados slices e diminuir os que não tem tanta importância.


Repare na imagem que selecionei somente o logotipo.


Conseguimos assim editar o que vai ser GIF e o que vai ser JPG bem como a qualidade.

Agora antes de exportar vamos configurar algumas coisas, não deixe nada selecionado e clique na seta que se encontra no canto direito.

Clicando na seta vá em edit output settings.
Irá abrir uma outra tela onde vamos fazer umas configurações para facilitar o trabalho do site. Vamos conseguir já padronizar com estilos e trabalhar com DIVS ao invés de tabelas! Isso mesmo, fica tudo pronto para facilitar nossa edição em um editor de html.


Nesta primeira tela vamos marcar output XHTML e indent: none.

Na segunda tela vamos marcar para gerar um CSS por ID, no editor de html isso será muito útil para edição.

Nesta terceira tela, seria somente para inserir um background no layout, o que não é nosso caso, então vamos passar para próxima tela.

Na tela de cima, podemos criar um nome para os arquivos de imagens que vão ser exportados. Neste caso, não vou dar nome.
Pronto, agora é só dar um ok e salvar.

Não esqueça de marcar para salvar html e imagens, o Photoshop criará uma pasta para as imagens e um arquivo html.

Algumas considerações:
É interessante tirar os nomes dos botões e todos os textos e colocar eles no editor de html com as imagens como background. Fazendo todas as edições de texto no editor de html.
Abrindo o editor de html, vocês verão que o Photoshop criou todas as divs e ids para elas, com um css interno no html. O aconselhável é transforma em css externo e trabalhar com ele em todas as páginas.

Arquivo do tutorial para download.

Bom, espero que tenham gostado do artigo, nos próximos estarei mostrando alguns outros efeitos do Photoshop para otimizar a criação de layouts.

Abraços

Juliano Haussen
Administrador e colunista do Portal MXSTUDIO.
Dúvidas, acessem nosso fórum.

CategoriasDesigner

Nunca minta

Prazo é um ponto crítico mas o gerente de projetos não deve tentar enganar a equipe, por melhores que sejam suas intenções.

Por Handerson Ferreira Gomes

O Rodolpho Ramirez publicou um artigo com três dicas para gerenciar um projeto interativo. As dicas 1 e 2 são ótimas, mas descordo totalmente em relação a terceira dica, por vários motivos.

Quanto mais informações temos disponíveis, melhores são nossas decisões. Uma dessas informações é o tempo disponível para executar o projeto. Com menos tempo disponível o time de desenvolvimento vai ter que fazer cortes na qualidade e/ou funcionalidade. A melhor forma de desestimular um desenvolver é tirar dele a chance de escrever código de qualidade e de usar sua criatividade.

A ideia de que há dois prazos – um real e um fictício – simplesmente significa que não há confiança entre a gerência do projeto e o time de desenvolvimento. Este tipo de comportamento mostra falta de maturidade em projetos web e de software.

Em qualquer relacionamento, confiança é um dos aspectos mais importantes para o sucesso. Desenvolvedores, como o Ramirez mesmo disse, são espertos e a grande maioria deles se esforça para fazer um ótimo trabalho. Mentindo para um time é uma péssima forma de incentivar e valorizar o trabalho de uma equipe. Confie em mim, já participei de vários projetos onde todos os desenvolvedores sabiam que a data alvo era fictícia.

Inclusive escrevi sobre esse cenário em outro artigo aqui no Webinsider.

Está provado que as estimativas são mais acuradas quando feitas pelos responsáveis pela execução das tarefas.

Estimativas de software devem ser feitas pelo time de desenvolvimento e se há datas fixas para release do produto, o que é comum, então funcionalidades e escopo precisam ser negociadas e acompanhadas ao longo do projeto. Devemos focar nossos esforços em colaboração e desenvolvimento mútuo entre todos as pessoas envolvidas no projeto.

Meu conselho é exatamente o contrário. O prazo de entrega do projeto deve ser claro e todos devem entender porque (o que deve ser óbvio) é importante entregar no prazo.

Envolva o time de desenvolvimento na estimativa das tarefas que ele é responsável. Envolva também o cliente, ele precisa entender que toda e qualquer funcionalidade tem um custo (tempo, qualidade, recursos) e infelizmente seria mais fácil prometer que “tudo é possível” mas a realidade é diferente e no final todos saem ganhando quando a conversa é sincera.

Construa um time onde há confiança mútua, onde todos trabalham para o sucesso do projeto e que todos são honestos com suas estimativas e horas alocadas no trabalho.

Existem técnicas e metodologias muito mais eficientes que a mentira para lidar com membros/equipes que não estão comprometidos com o sucesso do projeto. [Webinsider]

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/06/30/nunca-minta/

Informação não é poder! Veja como a falta de clareza causa o fracasso do líder

A reclamação número um de profissionais é a falta de clareza com relação às suas metas. Isto significa que todos sabem o que precisam fazer hoje, mas poucos sabem ao certo o porquê e aonde a empresa pretende chegar. Como consequência, os funcionários se empenham menos e, com o tempo, acabam desmotivados.

A verdade é que ninguém gosta de ser um mero “robô”. Participar da tomada de decisões, bem como saber o sentido do seu trabalho, é essencial. Uma pesquisa realizada pelo PMI (Project Management Institute), com 400 empresas, corrobora com esses pressupostos. Uma pergunta foi feita aos profissionais participantes: “Quais habilidades faltam a seus gestores?”. A resposta mais dada foi: “a habilidade de se comunicar”.

Como a empresa perde tempo [e dinheiro]

“Se os funcionários não conhecem os objetivos maiores da empresa e as estratégias adotadas, eles não fazem mais do que olhar para o próprio umbigo, de forma que agregam pouco à organização. Esta, por sua vez, perde tempo e dinheiro, ao não disseminar informações importantes”, explica o coordenador da pesquisa de Benchmarking do PMI, Américo Pinto.

Quando falta clareza ao profissional com relação a suas próprias metas, os projetos não dão certo, ou o resultado obtido não é o esperado pela direção da empresa. E não é uma questão de incompetência. Ao desconhecer seus objetivos de longo prazo, o funcionário pode muito bem andar para a direção oposta para a qual estão caminhando os gestores. Enquanto uns vão para a direita, outros escolhem ir para a esquerda. A empresa não é bem-sucedida e perde recursos. Situações como a descrita não são raras.

“Os atuais gestores não atendem mais àquilo que as empresas precisam, que é clareza e capacidade de se comunicar, antes de mais nada. Muitos deles retêm informações, porque acreditam que informação é poder. No final, acabam se prejudicando, porque seus subordinados não trabalham o todo, não realizam suas atividades dentro de um contexto”, explica o diretor executivo do Insadi, Dieter Kelber.

“O pior é que há líderes que gostam de ter funcionários robôs, que cumprem ordens sem pensar muito. São gestores à moda antiga, atrasados no novo cenário de competitividade acirrada entre as empresas”, acrescenta.

Falha começa na alta gestão

É possível que, em uma empresa na qual a retenção de informações é parte da cultura corporativa, a culpa seja da média gerência, que não quer dar espaço para ninguém crescer. “O que esse tipo de gestor não entende é que, se seus subordinados não crescerem, ele próprio nunca sairá do mesmo lugar”, diz Kelber.

Porém, para Américo Pinto, do PMI, a principal responsabilidade pela comunicação da empresa é a alta gerência. “Se o principal gestor não faz questão de disseminar informações estratégicas, a comunicação não flui para as demais partes da pirâmide. O resultado é que cada um acaba fazendo o que bem entende”, diz.

Mas ele acrescenta que isso é mais comum em médias e pequenas empresas, porque as grandes já estão avançadas no quesito comunicação. “Boa parte das grandes utilizam ferramentas tecnológicas, como softwares criados justamente para isso e intranet, para que a comunicação flua tanto verticalmente (do gestor para os subordinados) quanto horizontalmente (entre departamentos, de forma que estes trabalhem juntos em torno de um mesmo objetivo)”.

Reunião não é perda de tempo!

Algumas empresas evitam ao máximo as reuniões, por conta do clichê disseminado no mundo corporativo de que elas são perda de tempo. A verdade, entretanto, é que reuniões são necessárias e é possível torná-las produtivas. “Porque alguns profissionais se utilizam desse canal de comunicação [a reunião] de forma equivocada, muitos desmoralizaram o papel desses encontros”, diz o coordenador da pesquisa do PMI. “Mas, muitas vezes, as reuniões são absolutamente necessárias”.

Ele lembra ainda que as reuniões não são a única forma de a empresa se comunicar com seus funcionários. “É possível promover algumas discussões por e-mail, por exemplo”.

Por que gestores retêm informações?

Alguns dos motivos para a retenção de informações são: a ilusão de poder que elas proporcionam; o medo de os subordinados crescerem; a insegurança, por parte do gestor de médio escalão, de que os subordinados utilizem aquelas informações melhor do que ele próprio; a dificuldade de se comunicar com clareza, o que é uma competência ao mesmo tempo técnica e comportamental cada vez mais essencial aos líderes; e a facilidade de manipular funcionários “robôs”, que não pensam.

Porém, a transparência nas empresas é importante porque: a rádio peão é muito mais rápida (o problema é que, muitas vezes, as informações divulgadas no corredor são completamente equivocadas); ao saber aonde a empresa quer chegar, o funcionário se dedica muito mais e os projetos têm mais chances de serem bem-sucedidos; os diversos departamentos podem tornar-se aliados, no lugar de inimigos, como costuma acontecer; a satisfação do público atendido aumenta; e a liderança informal é enfraquecida.

“É bom promover conversas e debates com os funcionários sistematicamente, de forma que informações úteis sejam disseminadas no dia a dia do trabalho. Assim, os profissionais vestem a camisa da empresa e do cliente”, finaliza Kelber.

Por Karin Sato – InfoMoney

Fonte:http://artesdosul.wordpress.com/2009/05/21/informacao-nao-e-poder-veja-como-a-falta-de-clareza-causa-o-fracasso-do-lider/

Permitindo acesso remoto num servidor MySQL

O Mysql por padrão ao ser instalado numa máquina, não está configurado para permitir acesso remoto, somente local, por parte do usuário, então para habilitar seu uso seja de qual for a máquina, faz-se os seguintes procedimentos:

Como root no terminal do linux digite:

nano /etc/mysql/my.cnf

Agora altere a seguinte linha..

bind-address = 127.0.0.1

..para..

bind-address = 0.0.0.0

Agora reinicie o serviço mysql com:

/etc/init.d/mysql restart

Entre no prompt do mysql com:

mysql –user=root –password=suasenha

Então digite o seguinte comando:

GRANT ALL ON *.* TO ‘root’@’%’ IDENTIFIED BY ‘suasenha‘;

Esse comando é bem explicativo, ele garante (GRANT) todos (ALL) os privilégios de acesso a todos (*.*) os databases do banco, ao (TO) usuário (’root’) em todas as máquinas (’%’) usando a senha do usuário root (IDENTIFIED BY ’suasenha’). Traduzindo em miúdos, você acessa tudo no banco com o usuário root em qualquer máquina remota.

Obs: Se quiser dar acesso somente a uma maquina específica troque ‘%’ pelo ip da máquina, por exemplo, dar acesso somente a máquina 192.168.0.2, ficaria assim o comando:

GRANT ALL ON *.* TO ‘root’@’192.168.0.2′ IDENTIFIED BY ‘suasenha‘;

Obs2: Onde estiver escrito suasenha, troque pela senha do usuário root.

Agora pode testar conectar-se ao banco de outra máquina que você terá acesso.

Abraços!

Fonte:http://darkstrikerd.wordpress.com/2008/02/14/linux-permitindo-acesso-remoto-num-servidor-mysql/

CategoriasBanco de Dados, Linux

Microsoft pode ganhar com compra da Sun pela Oracle

São Francisco – De acordo com analistas, fornecedores de hardware são os que ganham as maiores fontes de preocupações.

Por Redação do COMPUTERWORLD

Com principal aquisição do ano no mercado de tecnologia, a compra da Sun pela Oracle, já se especula quem ganha e quem perde. Nesse contexto, algumas empresas têm razões para ficar mais tranquilas. De acordo com analistas da indústria, é o caso da Microsoft.

“Historicamente, Oracle tem sido uma das principais parceiras da HP, já que a HP não está no mercado de software”  escreveu Tony Sacconagui, analista no Sanford C. Bernstein & Co.. “Assim, a HP provavelmente vai querer outras alternativas para uma empresa que compete com ela diretamente no mercado de hardware”, disse.

Se as companhias da Oracle que mantém divisão de Hardware se sentirem prejudicadas, será uma péssima notícia para a empresa, de acordo com  Miko Matsumura, CTO da Software AG. “O mercado de hardware é o rei. Qualquer um que se sinta prejudicado por uma empresa nesse segmento torna-se inimigo mortal dela”, afirma.

Outro bônus da Microsoft é que talvez exista um fornecedor a menos de banco de dados para competir, já que o MySQL e o banco de dados Oracle estarão sob o mesmo teto.

Alguns analistas prevêem ainda que a Oracle pode focar no software da Sun e criar outra empresa para cuidar do hardware, mas a empresa não deixou isso muito claro. A comnpanhia chegou até a anunciar que a decisão de adquirir a Sun era mais pelo interesse no Solaris e no Java, mas afirmou que a compra poderia ajudar a Oracle a fornecer sistemas integrados para datacenters, incluindo storage e servidores. Isso pode pressionar empresas como Dell e IBM, que podem reforçar suas parcerias com a Microsoft.

CategoriasInformatica

Alterando porta de acesso apex – oracle xe 10g

novembro 20, 2008 Deixe um comentário

Recentimente instalei o Oracle XE 10G para trabalhar em uma aplicação. Quando terminei de instalar percebi que a ferramenta de administração utiliza a porta 8080, mesma porta que o jboss utiliza. Logo, precisei alterar a porta do apex (ferramenta de administração do banco).

Para alterar a porta padrão do apex:

1. No menu do Oracle Database 10g Express Edition, clique em Executar linha de comando SQL.

2. Digita: Connect

3. O sistema vai solicitar o usuário, digiete: system

4. O sistema vai solicitar a senha, entre com a senha escolhida na instalação do banco.

5. Execute o comando: exec dbms_xdb.sethttpport(XXXX);

onde XXXX é a porta desejada, por ex: 8081

6. A porta foi alterar, digita: quit para sair da aplicação.

Abraços,

Evandro paes

CategoriasBanco de Dados

Tabela de cores RGB

setembro 30, 2008 Deixe um comentário
Cor
Valor RGB
Hexadecimal
Snow 255 250 250 #FFFAFA
GhostWhite 248 248 255 #F8F8FF
WhiteSmoke 245 245 245 #F5F5F5
Gainsboro 220 220 220 #DCDCDC
FloralWhite 255 250 240 #FFFAF0
OldLace 253 245 230 #FDF5E6
Linen 250 240 230 #FAF0E6
AntiqueWhite 250 235 215 #FAEBD7
PapayaWhip 255 239 213 #FFEFD5
BlanchedAlmond 255 235 205 #FFEBCD
Bisque 255 228 196 #FFE4C4
PeachPuff 255 218 185 #FFDAB9
NavajoWhite 255 222 173 #FFDEAD
Moccasin 255 228 181 #FFE4B5
Cornsilk 255 248 220 #FFF8DC
Ivory 255 255 240 #FFFFF0
LemonChiffon 255 250 205 #FFFACD
Seashell 255 245 238 #FFF5EE
Honeydew 240 255 240 #F0FFF0
MintCream 245 255 250 #F5FFFA
Azure 240 255 255 #F0FFFF
AliceBlue 240 248 255 #F0F8FF
lavender 230 230 250 #E6E6FA
LavenderBlush 255 240 245 #FFF0F5
MistyRose 255 228 225 #FFE4E1
White 255 255 255 #FFFFFF
Black 0 0 0 #000000
DarkSlateGray 47 79 79 #2F4F4F
DimGrey 105 105 105 #696969
SlateGrey 112 128 144 #708090
LightSlateGray 119 136 153 #778899
Grey 190 190 190 #BEBEBE
LightGray 211 211 211 #D3D3D3
MidnightBlue 25 25 112 #191970
NavyBlue (Navy) 0 0 128 #000080
CornflowerBlue 100 149 237 #6495ED
DarkSlateBlue 72 61 139 #483D8B
SlateBlue 106 90 205 #6A5ACD
MediumSlateBlue 123 104 238 #7B68EE
LightSlateBlue 132 112 255 #8470FF
MediumBlue 0 0 205 #0000CD
RoyalBlue 65 105 225 #4169E1
Blue 0 0 255 #0000FF
DodgerBlue 30 144 255 #1E90FF
DeepSkyBlue 0 191 255 #00BFFF
SkyBlue 135 206 235 #87CEEB
LightSkyBlue 135 206 250 #87CEFA
SteelBlue 70 130 180 #4682B4
LightSteelBlue 176 196 222 #B0C4DE
LightBlue 173 216 230 #ADD8E6
PowderBlue 176 224 230 #B0E0E6
PaleTurquoise 175 238 238 #AFEEEE
DarkTurquoise 0 206 209 #00CED1
MediumTurquoise 72 209 204 #48D1CC
Turquoise 64 224 208 #40E0D0
Cyan 0 255 255 #00FFFF
LightCyan 224 255 255 #E0FFFF
CadetBlue 95 158 160 #5F9EA0
MediumAquamarine 102 205 170 #66CDAA
Aquamarine 127 255 212 #7FFFD4
DarkGreen 0 100 0 #006400
DarkOliveGreen 85 107 47 #556B2F
DarkSeaGreen 143 188 143 #8FBC8F
SeaGreen 46 139 87 #2E8B57
MediumSeaGreen 60 179 113 #3CB371
LightSeaGreen 32 178 170 #20B2AA
PaleGreen 152 251 152 #98FB98
SpringGreen 0 255 127 #00FF7F
LawnGreen 124 252 0 #7CFC00
Green 0 255 0 #00FF00
Chartreuse 127 255 0 #7FFF00
MediumSpringGreen 0 250 154 #00FA9A
GreenYellow 173 255 47 #ADFF2F
LimeGreen 50 205 50 #32CD32
YellowGreen 154 205 50 #9ACD32
ForestGreen 34 139 34 #228B22
OliveDrab 107 142 35 #6B8E23
DarkKhaki 189 183 107 #BDB76B
Khaki 240 230 140 #F0E68C
PaleGoldenrod 238 232 170 #EEE8AA
LightGoldenrodYellow 250 250 210 #FAFAD2
LightYellow 255 255 224 #FFFFE0
Yellow 255 255 0 #FFFF00
Gold 255 215 0 #FFD700
LightGoldenrod 238 221 130 #EEDD82
goldenrod 218 165 32 #DAA520
DarkGoldenrod 184 134 11 #B8860B
RosyBrown 188 143 143 #BC8F8F
IndianRed 205 92 92 #CD5C5C
SaddleBrown 139 69 19 #8B4513
Sienna 160 82 45 #A0522D
Peru 205 133 63 #CD853F
Burlywood 222 184 135 #DEB887
Beige 245 245 220 #F5F5DC
Wheat 245 222 179 #F5DEB3
SandyBrown 244 164 96 #F4A460
Tan 210 180 140 #D2B48C
Chocolate 210 105 30 #D2691E
Firebrick 178 34 34 #B22222
Brown 165 42 42 #A52A2A
DarkSalmon 233 150 122 #E9967A
Salmon 250 128 114 #FA8072
LightSalmon 255 160 122 #FFA07A
Orange 255 165 0 #FFA500
DarkOrange 255 140 0 #FF8C00
Coral 255 127 80 #FF7F50
LightCoral 240 128 128 #F08080
Tomato 255 99 71 #FF6347
OrangeRed 255 69 0 #FF4500
Red 255 0 0 #FF0000
HotPink 255 105 180 #FF69B4
DeepPink 255 20 147 #FF1493
Pink 255 192 203 #FFC0CB
LightPink 255 182 193 #FFB6C1
PaleVioletRed 219 112 147 #DB7093
Maroon 176 48 96 #B03060
MediumVioletRed 199 21 133 #C71585
VioletRed 208 32 144 #D02090
Magenta 255 0 255 #FF00FF
Violet 238 130 238 #EE82EE
Plum 221 160 221 #DDA0DD
Orchid 218 112 214 #DA70D6
MediumOrchid 186 85 211 #BA55D3
DarkOrchid 153 50 204 #9932CC
DarkViolet 148 0 211 #9400D3
BlueViolet 138 43 226 #8A2BE2
Purple 160 32 240 #A020F0
MediumPurple 147 112 219 #9370DB
Thistle 216 191 216 #D8BFD8
Snow1 255 250 250 #FFFAFA
Snow2 238 233 233 #EEE9E9
Snow3 205 201 201 #CDC9C9
Snow4 139 137 137 #8B8989
Seashell1 255 245 238 #FFF5EE
Seashell2 238 229 222 #EEE5DE
Seashell3 205 197 191 #CDC5BF
Seashell4 139 134 130 #8B8682
AntiqueWhite1 255 239 219 #FFEFDB
AntiqueWhite2 238 223 204 #EEDFCC
AntiqueWhite3 205 192 176 #CDC0B0
AntiqueWhite4 139 131 120 #8B8378
Bisque1 255 228 196 #FFE4C4
Bisque2 238 213 183 #EED5B7
Bisque3 205 183 158 #CDB79E
Bisque4 139 125 107 #8B7D6B
PeachPuff1 255 218 185 #FFDAB9
PeachPuff2 238 203 173 #EECBAD
PeachPuff3 205 175 149 #CDAF95
PeachPuff4 139 119 101 #8B7765
NavajoWhite1 255 222 173 #FFDEAD
NavajoWhite2 238 207 161 #EECFA1
NavajoWhite3 205 179 139 #CDB38B
NavajoWhite4 139 121 94 #8B795E
LemonChiffon1 255 250 205 #FFFACD
LemonChiffon2 238 233 191 #EEE9BF
LemonChiffon3 205 201 165 #CDC9A5
LemonChiffon4 139 137 112 #8B8970
Cornsilk1 255 248 220 #FFF8DC
Cornsilk2 238 232 205 #EEE8CD
Cornsilk3 205 200 177 #CDC8B1
Cornsilk4 139 136 120 #8B8878
Ivory1 255 255 240 #FFFFF0
Ivory2 238 238 224 #EEEEE0
Ivory3 205 205 193 #CDCDC1
Ivory4 139 139 131 #8B8B83
Honeydew1 240 255 240 #F0FFF0
Honeydew2 224 238 224 #E0EEE0
Honeydew3 193 205 193 #C1CDC1
Honeydew4 131 139 131 #838B83
LavenderBlush1 255 240 245 #FFF0F5
LavenderBlush2 238 224 229 #EEE0E5
LavenderBlush3 205 193 197 #CDC1C5
LavenderBlush4 139 131 134 #8B8386
MistyRose1 255 228 225 #FFE4E1
MistyRose2 238 213 210 #EED5D2
MistyRose3 205 183 181 #CDB7B5
MistyRose4 139 125 123 #8B7D7B
Azure1 240 255 255 #F0FFFF
Azure2 224 238 238 #E0EEEE
Azure3 193 205 205 #C1CDCD
Azure4 131 139 139 #838B8B
SlateBlue1 131 111 255 #836FFF
SlateBlue2 122 103 238 #7A67EE
SlateBlue3 105 89 205 #6959CD
SlateBlue4 71 60 139 #473C8B
RoyalBlue1 72 118 255 #4876FF
RoyalBlue2 67 110 238 #436EEE
RoyalBlue3 58 95 205 #3A5FCD
RoyalBlue4 39 64 139 #27408B
Blue1 0 0 255 #0000FF
Blue2 0 0 238 #0000EE
Blue3 0 0 205 #0000CD
Blue4 0 0 139 #00008B
DodgerBlue1 30 144 255 #1E90FF
DodgerBlue2 28 134 238 #1C86EE
DodgerBlue3 24 116 205 #1874CD
DodgerBlue4 16 78 139 #104E8B
SteelBlue1 99 184 255 #63B8FF
SteelBlue2 92 172 238 #5CACEE
SteelBlue3 79 148 205 #4F94CD
SteelBlue4 54 100 139 #36648B
DeepSkyBlue1 0 191 255 #00BFFF
DeepSkyBlue2 0 178 238 #00B2EE
DeepSkyBlue3 0 154 205 #009ACD
DeepSkyBlue4 0 104 139 #00688B
SkyBlue1 135 206 255 #87CEFF
SkyBlue2 126 192 238 #7EC0EE
SkyBlue3 108 166 205 #6CA6CD
SkyBlue4 74 112 139 #4A708B
LightSkyBlue1 176 226 255 #B0E2FF
LightSkyBlue2 164 211 238 #A4D3EE
LightSkyBlue3 141 182 205 #8DB6CD
LightSkyBlue4 96 123 139 #607B8B
SlateGray1 198 226 255 #C6E2FF
SlateGray2 185 211 238 #B9D3EE
SlateGray3 159 182 205 #9FB6CD
SlateGray4 108 123 139 #6C7B8B
LightSteelBlue1 202 225 255 #CAE1FF
LightSteelBlue2 188 210 238 #BCD2EE
LightSteelBlue3 162 181 205 #A2B5CD
LightSteelBlue4 110 123 139 #6E7B8B
LightBlue1 191 239 255 #BFEFFF
LightBlue2 178 223 238 #B2DFEE
LightBlue3 154 192 205 #9AC0CD
LightBlue4 104 131 139 #68838B
LightCyan1 224 255 255 #E0FFFF
LightCyan2 209 238 238 #D1EEEE
LightCyan3 180 205 205 #B4CDCD
LightCyan4 122 139 139 #7A8B8B
PaleTurquoise1 187 255 255 #BBFFFF
PaleTurquoise2 174 238 238 #AEEEEE
PaleTurquoise3 150 205 205 #96CDCD
PaleTurquoise4 102 139 139 #668B8B
CadetBlue1 152 245 255 #98F5FF
CadetBlue2 142 229 238 #8EE5EE
CadetBlue3 122 197 205 #7AC5CD
CadetBlue4 83 134 139 #53868B
Turquoise1 0 245 255 #00F5FF
Turquoise2 0 229 238 #00E5EE
Turquoise3 0 197 205 #00C5CD
Turquoise4 0 134 139 #00868B
Cyan1 0 255 255 #00FFFF
Cyan2 0 238 238 #00EEEE
Cyan3 0 205 205 #00CDCD
Cyan4 0 139 139 #008B8B
DarkSlateGray1 151 255 255 #97FFFF
DarkSlateGray2 141 238 238 #8DEEEE
DarkSlateGray3 121 205 205 #79CDCD
DarkSlateGray4 82 139 139 #528B8B
Aquamarine1 127 255 212 #7FFFD4
Aquamarine2 118 238 198 #76EEC6
Aquamarine3 102 205 170 #66CDAA
Aquamarine4 69 139 116 #458B74
DarkSeaGreen1 193 255 193 #C1FFC1
DarkSeaGreen2 180 238 180 #B4EEB4
DarkSeaGreen3 155 205 155 #9BCD9B
DarkSeaGreen4 105 139 105 #698B69
SeaGreen1 84 255 159 #54FF9F
SeaGreen2 78 238 148 #4EEE94
SeaGreen3 67 205 128 #43CD80
SeaGreen4 46 139 87 #2E8B57
PaleGreen1 154 255 154 #9AFF9A
PaleGreen2 144 238 144 #90EE90
PaleGreen3 124 205 124 #7CCD7C
PaleGreen4 84 139 84 #548B54
SpringGreen1 0 255 127 #00FF7F
SpringGreen2 0 238 118 #00EE76
SpringGreen3 0 205 102 #00CD66
SpringGreen4 0 139 69 #008B45
Green1 0 255 0 #00FF00
Green2 0 238 0 #00EE00
Green3 0 205 0 #00CD00
Green4 0 139 0 #008B00
Chartreuse1 127 255 0 #7FFF00
Chartreuse2 118 238 0 #76EE00
Chartreuse3 102 205 0 #66CD00
Chartreuse4 69 139 0 #458B00
OliveDrab1 192 255 62 #C0FF3E
OliveDrab2 179 238 58 #B3EE3A
OliveDrab3 154 205 50 #9ACD32
OliveDrab4 105 139 34 #698B22
DarkOliveGreen1 202 255 112 #CAFF70
DarkOliveGreen2 188 238 104 #BCEE68
DarkOliveGreen3 162 205 90 #A2CD5A
DarkOliveGreen4 110 139 61 #6E8B3D
Khaki1 255 246 143 #FFF68F
Khaki2 238 230 133 #EEE685
Khaki3 205 198 115 #CDC673
Khaki4 139 134 78 #8B864E
LightGoldenrod1 255 236 139 #FFEC8B
LightGoldenrod2 238 220 130 #EEDC82
LightGoldenrod3 205 190 112 #CDBE70
LightGoldenrod4 139 129 76 #8B814C
LightYellow1 255 255 224 #FFFFE0
LightYellow2 238 238 209 #EEEED1
LightYellow3 205 205 180 #CDCDB4
LightYellow4 139 139 122 #8B8B7A
Yellow1 255 255 0 #FFFF00
Yellow2 238 238 0 #EEEE00
Yellow3 205 205 0 #CDCD00
Yellow4 139 139 0 #8B8B00
Gold1 255 215 0 #FFD700
Gold2 238 201 0 #EEC900
Gold3 205 173 0 #CDAD00
Gold4 139 117 0 #8B7500
Goldenrod1 255 193 37 #FFC125
Goldenrod2 238 180 34 #EEB422
Goldenrod3 205 155 29 #CD9B1D
Goldenrod4 139 105 20 #8B6914
DarkGoldenrod1 255 185 15 #FFB90F
DarkGoldenrod2 238 173 14 #EEAD0E
DarkGoldenrod3 205 149 12 #CD950C
DarkGoldenrod4 139 101 8 #8B658B
RosyBrown1 255 193 193 #FFC1C1
RosyBrown2 238 180 180 #EEB4B4
RosyBrown3 205 155 155 #CD9B9B
RosyBrown4 139 105 105 #8B6969
IndianRed1 255 106 106 #FF6A6A
IndianRed2 238 99 99 #EE6363
IndianRed3 205 85 85 #CD5555
IndianRed4 139 58 58 #8B3A3A
Sienna1 255 130 71 #FF8247
Sienna2 238 121 66 #EE7942
Sienna3 205 104 57 #CD6839
Sienna4 139 71 38 #8B4726
Burlywood1 255 211 155 #FFD39B
Burlywood2 238 197 145 #EEC591
Burlywood3 205 170 125 #CDAA7D
Burlywood4 139 115 85 #8B7355
Wheat1 255 231 186 #FFE7BA
Wheat2 238 216 174 #EED8AE
Wheat3 205 186 150 #CDBA96
Wheat4 139 126 102 #8B7E66
Tan1 255 165 79 #FFA54F
Tan2 238 154 73 #EE9A49
Tan3 205 133 63 #CD853F
Tan4 139 90 43 #8B5A2B
Chocolate1 255 127 36 #FF7F24
Chocolate2 238 118 33 #EE7621
Chocolate3 205 102 29 #CD661D
Chocolate4 139 69 19 #8B4513
Firebrick1 255 48 48 #FF3030
Firebrick2 238 44 44 #EE2C2C
Firebrick3 205 38 38 #CD2626
Firebrick4 139 26 26 #8B1A1A
Brown1 255 64 64 #FF4040
Brown2 238 59 59 #EE3B3B
Brown3 205 51 51 #CD3333
Brown4 139 35 35 #8B2323
Salmon1 255 140 105 #FF8C69
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Salmon3 205 112 84 #CD7054
Salmon4 139 76 57 #8B4C39
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DarkOrange4 139 69 0 #8B4500
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DeepPink2 238 18 137 #EE1289
DeepPink3 205 16 118 #CD1076
DeepPink4 139 10 80 #8B0A50
HotPink1 255 110 180 #FF6EB4
HotPink2 238 106 167 #EE6AA7
HotPink3 205 96 144 #CD6090
HotPink4 139 58 98 #8B3A62
Pink1 255 181 197 #FFB5C5
Pink2 238 169 184 #EEA9B8
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Pink4 139 99 108 #8B636C
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LightPink3 205 140 149 #CD8C95
LightPink4 139 95 101 #8B5F65
PaleVioletRed1 255 130 171 #FF82AB
PaleVioletRed2 238 121 159 #EE799F
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PaleVioletRed4 139 71 93 #8B475D
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Maroon4 139 28 98 #8B1C62
VioletRed1 255 62 150 #FF3E96
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MediumOrchid2 209 95 238 #D15FEE
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DarkOrchid1 191 62 255 #BF3EFF
DarkOrchid2 178 58 238 #B23AEE
DarkOrchid3 154 50 205 #9A32CD
DarkOrchid4 104 34 139 #68228B
Purple1 155 48 255 #9B30FF
Purple2 145 44 238 #912CEE
Purple3 125 38 205 #7D26CD
Purple4 85 26 139 #551A8B
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MediumPurple4 93 71 139 #5D478B
Thistle1 255 225 255 #FFE1FF
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grey11 28 28 28 #1C1C1C
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CategoriasDesigner

Chefe ou Lider: Como um GP deve ser?

Autor: Diego Pacheco

Fonte: http://diego-pacheco.blogspot.com/2008/07/chefe-ou-lider-como-um-gp-deve-ser.html

Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Acredito que nos (profissionais de TI) já trabalhamos ou ainda estamos trabalhando com “chefes”. Será que a disciplina de Gestão de Projeto ainda é utilizada de maneira imprópria mesmo nos dias de hoje? Sim, de fato é. O GP (Gerente de Projetos) tem um papel crucial no sucesso de um projeto de software.

Gerente ou Dono do Projeto?

Essa questão é mais abrangente, na verdade o ponto é “Gerente ou Dono”. Isso se aplica para redes de computadores também. Quem nunca ouviu alguem dizer um Administrador de redes dizendo “É na MINHA REDE ninguém instala programas que não são padrões”? Na verdade esse tipo de “coisa” nos escutamos de gerentes de projetos também.

O Gerente deve gerenciar o projeto isso significa manter o time na linha, servir como um motivador e facilitador da equipe, assim ele será um gerente não um dono. O PMI “diz” que o GP deve ouvir os “Subject Matters”, ou seja, especialistas e com as informações do mesmo tomar as devidas decisões que devem ser todas.

O Anti-Pattern: Gerente é quem decide o que e como deve ser feito

Por incrível que parece, já trabalhei em projeto em que o suposto GP se “metia” com a suposta “Arquitetura” ia em reuniões, expressava sentimentos sobre UML. Não tenho nada contra um gerente que conheça mais a fundo o desenvolvimento até por que ele pode ter sido um desenvolvedor em algum dia. Porem não podemos permitir que um “suposto” GP decida o rumo das coisas.

Gerenciamento de Conflitos

Um bom gerente deve saber como lidar com conflitos tanto internos quanto externos. Quem já não trabalhou com gerentes que simplesmente ignoravam os conflitos e usavam o velho anti-pattrern “Empurrar com a Barriga”? Eu infelizmente já vi alguns. Um bom gerente deve resolver os conflitos quando eles ocorrerem, tratando o problema de maneira efetiva para que no futuro o projeto não vire uma grande bola de lodo emocional onde todos se odeiam e o software não sai.

Muitas vezes é preciso que o GP tenha aquele principio do XP a Coragem. É necessário coragem para realizar uma correção de rumo e mostrar a um colaborador que ele está errado e que ele deve refletir sobre o ocorrido para o bem dele e da equipe. Felizmente eu já trabalhei com profissionais que tinham de fato essa habilidade.

Seu GP é um Lider?

Eu já tive o privilegio de trabalhar com GPs que eram lideres, mas foram pouquíssimos, na verdade dá pra contar com metade dos dedos da mão! Um lider consegue melhorar a qualidade do trabalhos dos membros da equipe e manter o foco da equipe de forma que as pessoas respeitem ele. Isso ocorre por que esse tipo de atitude gera confiança de parte dos membros da equipe para o GP, assim as pessoas seguem os conselhos e as orientações do GP e ele consegue atingir os seus propósitos com muito mais facilidade.

Seu GP pode ser um Arquiteto?

Certamente. O processo OpenUp recomenda que em projetos pequenos o GP seja o Arquiteto. Não se engane isso é possível, o verdadeiro arquiteto é um lider nato. Infelizmente o Kent Back(autor do XP) acho desaconselhável um arquiteto exercer uma função de GP(no XP é o Coach), eu discordo da opinião dele, de fato ele não deve ter conhecido um arquiteto de verdade, eu sinceramente não conheci muitos também :)

Gerente de Projetos: Afunda Projetos

Isso é umn fato. Quanto maior o projeto e quanto mais risco o mesmo tem, mais experiencia o GP deve possuir. Infelizmente aqui no Brasil muitas vezes o GP é o Filho do Dono da empresa, ou é uma pessoa que já está a muitos anos na empresa e não tinha mais como evoluir, ai do nada o cara vira “Gerente de Projetos” tadamm! Bom ai está feita a merda.

Para ser um bom GP, o cara deve ser um Lider nato, deve ter tato com as pessoas, e se a pessoa não tem esses skills não adianta. Isso vai só adicionar mais riscos ao projeto.

E o toten do PMI: “Plan to Work, Work to Plan”?

Latímavel. Esse slogan veio nas primeiras versões do PMI, isso remete aquela velha ideia do projeto em cascata. Cascata é um exelente metodologia, mas não pra o desenvolvimento de software. Existem coisas legáis no PMI, mas mesmo assim existem coisas do estilo “Cascata”, temos que dar um colher pro PMI, por que foi criado para a engenharia, exemplo: Criação de pontes. O fato é que a nossa área é muito nova, isso complica um pouco mais as coisas.

Planejar necessáriamente é ruim? Não é. O que ocorre é que existe um momento correto de se estimar, lembre-se do cone de incertezas. Como esse post é mais focado nas questões de GP, eu não posso deixar de falar disso.

Como mensurar o Progresso?

Olha pessoal acho que isso é unaneme. É algo do tipo Desenvolvimento Iterativo Incremental, mas mesmo assim tenho que falar. É de fato históricamente errado mensurar um projeto da seguinte forma:

Análise: 85%
Desenv: 49%
Testes: 25%
Implant: 5%

ou ainda pior:

Análise: 85%
Desenv: 0%
Testes: 0%
Implant: 0%

Isso me diz que estamos utilizando o modelo em Cascata. Por que é simplismente impossível ter 85% de análise e não ter nada de código e testes. De fato isso pode ser que não se reflita em uma cascata em 100% porem estamos vendo uma herança da cascata o Anti-Pattern Big Specs Up to Front.

Outro ponto chave é: Mensure apartir do que foi entregue. Bom isso está escrito no RUP e no cerno dos métodos ágeis. Infelismente eu já participei de um projeto que os caras mensuravam da forma errada que eu mostra a cima em vermelho. O que isso gerou? O projeto ficou 4 meses em 99% e esse 1% nunca chegava.

Esse é o problema desse tipo de mensuramento. Ele é falso e dá uma falsa ilusão de progresso. Essa questão está liaga com a falta de priorização e os problemas de se entregar software que não agrega valor ao negócio.

Abraços e Até a Próxima.

DEZAINE GRÁPHICO-TABELA DE PREÇOS

Fonte: http://www.ifd.com.br/blog/2005/09/23/dezaine-grphico-tabela-de-preos/

Conheça esta tabela bem humorada com dicas para cobrar aquele “cliente especial”.

Serviço Valor (R$)
[1] Logo marca, logomarca 6000,00
Logotipozinho, logomarcazinha, marquinha e marquinhazinha (preço também válido para logotipo bem pequenininho, simbolo, desenho pra colocar no cartão e elipse e degrade) 2250,00
Nome do logotipo 5500,00
Impresso 855,00
Folheto de divulgação 255,00
Convitezinho 345,00
Panfleto 452,00
Um folder rapidinho 1250,00
Prospecto 355,00
Jeitinho aqui 150,00
Folhinha / Filipeta 355,00
Folhinha pra tirar xérox mesmo (xérox não inclusas) 456,00
Uma faixa aí 2230,00
Cartaz “que você ja pega pronto no Print artist” 564,00
“Botar um design” no meu site 5300,00
Desenho animado pra colocar no site 50000,00
Uma letra girando, assim ó 250,00
Cartãozinho mixuruca 150,00
Só pra não passar em branco (Folder de aniversário de 50 anos da empresa) 6000,00
Um site (Não interessa a quantidade de paginas, nem o que tem dentro, site é site, ué) 15000,00
Um portal (Sem diferença para o material acima, apenas na nomenclatura) 30000,00
“Igualzinho a esse aqui, só vai colocar o meu timbre ao inves do dele aqui em cima, entendeu? Pra não dar trabalho mesmo…” 1000,00
Sem muitos detalhes 350,00
Quando começar a frase com:
Acrescentar mais (R$)
“Isso aí, você coloca no computador e ele faz” 1250,00
“Eu tenho um sobrinho que faz assim…” 350,00
“Ei, você que mexe com computador…” 500,00
“Ah foi bom te ver aqui, você não é o cara da informáica?” 8000,00
“O chefe do departamento ja escolheu até a letra e a cor, agora ficou fácil” 250,00
“Não, não.. você nao vai ter trabalho nenhum, mesmo. É so colocar no computador mesmo” 350,00
“Na verdade o serviço JÁ ESTÁ PRONTO! É só colocar um pouco de design” 750,00
“É só uma firula mesmo né?” 450,00
“Pra enfeitar o pavão…” 360,00
“Na verdade é porque eu não tenho tempo pra fazer..” 2500,00
“Eu confio em você, vê ai alguma coisa..” (não sabe nem o nome da empresa) 5500,00
“Depois a gente vê uma maneira de te compensar…” 240.000,00
“Vê ai o que você faz pra mim?” 890,00
“Nossa, mas é so um site! Isso tudo?” 5000,00
“POR PÁGINA??????” (cada vez que a pessoa repetir essa frase) 345,00
“Aproveita pra ver o que aconteceu com o antivirus daqui da loja?” 350,00
“Ah.. tá.. mas nisso ja estão incluidas as fotos e as modelos né?” 150,00
“É só esticar aqui, ó” 60,00
“E você usa o computador pra isso?” 75,00
“Coisa simples” 2500,00
“Não você não entendeu é simples mesmo” 3500,00
“É você não entendeu mesmo” 4500,00
“Só uma galeria de fotos. Quantas fotos? Ah umas 100, mas é so colocar ali no canto” 890,00
“Ué, mas é so digitar como ta aqui no jornal.” 980,00
“Escaneia daqui da revista mesmo” 200,00
“Eu quero um site” (Mecãnico free-lancer) 2800,00
“DUZENTOS E CINQUENTA REAIS???” (subir mais R$ 50,00 a cada grito de desespero) 50,00
“Fotolito? Não, não, não vamos contratar fotografo” 35,00
“Ah!! Pode pegar o logo do nosso site, não tem problema nenhum, eu autorizo. É so clicar com o botão direito do mouse em cima e ir em ’salvar como’…” 890,00
“COMO ASSIM, SEM A IMPRESSÃO???” (afinal o cara ainda vai pagar a impressão!!) 200,00
“E quanto você cobra assim? Pra um site, é. Completo! Sim eu sei, mas mais ou menos? Tira uma média, site completo! Hum.. e outro mais simplezinho?” 450,00
“Ah mas eu achei a mesma coisa por R$ 30,00 cada página. E é serviço de confiança. O que a gente pode fazer pra chegar nisso?” (esses eu tenho vontade de xingar…) 200,00
“Pois é mas eu estou vendo com outras pessoas…” 100,00
“Ta, tudo bem.. e fica pronto quando? Pode me mandar uma previa por email hoje a noite? 5000,00
(numa sexta feiras 17:55) “ok, me entrega na segunda até umas 10h tá bom?” 8000,00
“É que meu prazo já está estourado, sabe como é né?” 4580,00
Serviços extras – depois do trabalho pronto:
“Aumenta essa letra?” 50,00
“Coloca esse amarelo mais vivo?” 90,00
“Troca esse vermelho, por amarelo?” Sob consulta. Em casos como trocar o tom da pele de uma foto fica mais caro.
“Vira o rosto dela no computador, pra ficar de lado, acho q vai ficar melhor” (foto 3×4) 150,00 (e não realiza o serviço, lógico)
“E se a gente mudasse o menu pra cá? To achando isso meio parado…” (site pronto) Valor do site x 5
(Depois de pedir incessantemente pelo estetoscopio na capa do manual médico) “É mesmo, né? Não ficou muito legal….. e agora?” 6000,00
“Puxa mais pra ca.. Isso agora mais pra ca, isso, troca essa cor.. agora inclui essa foto… podia mudar aqui ne? hum… po parace que piorou não estou entendendo…” 8500,00

Agora falando sério, o IFDBlog tem o post [2] QUANTO COBRAR? com diversas tabelas referenciais de preços das melhores associações de profissionais da área de comunicação do Brasil e do Mundo além de dicas que podem ajudar você a formular o preço do seu trabalho, vale a pena dar um olhada.


Matéria impressa através do IFDBlog: http://www.ifd.com.br/blog

URL da matéria: http://www.ifd.com.br/blog/2005/09/23/dezaine-grphico-tabela-de-preos/

URLs in this post:
[1] Logo marca, logomarca: http://www.ifd.com.br/blog/2005/11/22/logomarca/
[2] QUANTO COBRAR?: http://www.ifd.com.br/blog/2004/07/29/quanto_cobrar/

CategoriasDesigner

Sucesso no desenvolvimento de software usando uma metodologia de desenvolvimento

Fonte: http://www.imasters.com.br/artigo/6566/des_de_software/sucesso_no_desenvolvimento_de_software_usando_uma_metodologia_de_desenvolvimento/

Sérgio dos Santos (e-mail) progamador e webdesigner – CPT – Centro de Produções Técnicas. Profissional especializado em Criação de sites e sistemas comerciais. Graduando em Sistemas de Informação pela FDV.

 As primeiras experiências dos programadores na construção de softwares mostraram que uma abordagem informal no desenvolvimento não era o bastante para se obter sucesso no processo. Projetos grandes e importantes estavam sem qualidade, com orçamento altíssimo e, além disso, sofreriam atrasos de anos. Por que, então, não usar uma metodologia de desenvolvimento de software para garantirmos uma qualidade no processo de desenvolvimento e também no produto final?

Nos anos 70, quando os gerentes de TI não tinham idéia de como desenvolver um software com qualidade, usando uma metodologia específica e também com uso de técnicas de engenharia de software, a idéia era de produzir softwares que fossem apenas eficientes. Porém, com o passar do tempo, essa visão ficou ultrapassada e, hoje em dia, fica claro que o desenvolvimento de software tem de gerar um produto que por si só seja eficaz, em tempo hábil, e com orçamento previsível.

Leia mais…

CategoriasGestão

Falha grave em Java abre qualquer PC para invasão

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1762653-EI4805,00.html

Uma falha crítica e perigosa no Java pode colocar praticamente todos os computadores do mundo em risco. A falha, descoberta por pesquisadores australianos, é grave e pode levar a invasões em massa.

» Sun aposta em Java para TV no Brasil
» Virus para computador faz 25 anos

Segundo o site da ZDet Australia pesquisador Robert Lowe, do Australia’s Computer Emergency Response Team (AusCERT) alerta que qualquer um que possua o Java Runtime Environment (JRE) ou o Java Development Kit (JDK) está em perigo. “A exploração dessa falha é fácil e, portanto, atraente para os agressores porque mesmo que o usuário se lembre de atualizar seu navegador de Internet, normalmente ele se esquece de atualizar também os plugins chamados pelo navegador para renderizar tipos específicos de conteúdo”, completa Lowe, referindo-se ao Java e outros produtos como o Flash e o Real Player.

Muitos analistas estão alarmados. “O perigo aumenta a cada segundo”, afirmou Chris Gatford, um especialista em testes de penetração da empresa de segurança Pure Hacking. “É uma falha bastante significativa, que terá impacto considerável dependendo da velocidade com que os agressores produzam formas de explorá-la. A falha afetaria muitas e muitas organizações e usuários. Há Java em quase tudo: telefones celulares, PDAs e computadores pessoais. Além disso, a falha é independente de plataforma; qualquer navegador de Internet estaria vulnerável desde que invocasse um JRE com a falha”.

O site de segurança Security Focus também noticiou o caso, mas não confirmou por falta de provas de conceito. A AusCERT, entretanto, confirma a falha e recomenda aos usuários que atualizem suas versões do Java. A descrição completa da falha e instruções para atualização podem ser lidas no atalho dtmurl.com/b1b.

CategoriasInformatica, Vírus

Análise de pontos de função e sua importância para projetos de desenvolvimento de software

Este artigo mostra de forma geral como é feita a medição de software através da técnica de Análise de Pontos de Função, onde são mostrados os principais processos de contagem de Pontos de Função e a importância que a medição de software tem para os projetos de desenvolvimento de software.

Link do artigo: http://br.geocities.com/lidimoncristiano/ArtigoAPF.pdf

Estratégia para Entrevistas – LTI – Levantamento Técnico Inicial

Por Fabio Camara
MCP, MCSA, MCAD Charter, MCDBA e MCSD.NET. Escreveu os livros “Projetos com Windows DNA e .NET” e “Orientação a Objeto com .NET” dentre outros, editados pela Visual Books Editora. Pode ser contatado pela home page C# Br (http://www.csharpbr.com.br).

Fonte: http://www.linhadecodigo.com.br/artigos_impressao.asp?id_ac=916

Esse guia tem como objetivo esclarecer quais são as informações que devem ser extraídas das pessoas entrevistadas em um LTI – Levantamento Técnico Inicial.

Perfil dos entrevistados

Cada pessoa entrevistada tem uma visão diferente do sistema, logo devemos considerar que a forma de abordagem nas entrevistas será diferente, bem como as informações coletadas terão um valor diferente para o levantamento.

Sponsor:

É o responsável pelo negócio que o sistema se propõe a automatizar, geralmente é um gerente, diretor, coordenador ou supervisor de departamento ou área. Essa pessoa tem as informações em um nível gerencial e deverá descrever como o sistema irá contribuir para o negócio de forma estratégica, isto é, que informações o sistema deve disponibilizar em um nível estratégico.

Em alguns sistemas a preocupação do Sponsor pode ser aumentar a agilidade do departamento ou área e eliminar o trabalho manual – conceitos de automação – objetivando melhores e mais confiáveis resultados, porém sempre essa preocupação tem uma conotação estratégica dentro do seu trabalho.

Outra visão, ele(a) é a pessoa que, de alguma forma, está pagando pelo sistema, logo também é de seu interesse o tempo em que a solução será desenvolvida, os custos envolvidos e a qualidade do produto entregue. Muito provavelmente o Sponsor não é responsável só por uma área ou departamento, nesses casos será possível extrair dele, a nível corporativo, qual e á importância do sistema para a empresa.

IT-Manager:

Essa é a pessoa que conhece todo o parque tecnológico da empresa, as informações sobre tecnologias e plataformas existentes virão dessas pessoas, e direcionarão a decisão sobre como vai ser a arquitetura da solução proposta.

Todas as configurações de servidores bem como a topologia da rede e os ambientes (Desenvolvimento, Testes e Produção) existentes devem ser identificados nessa entrevista.

Também saberemos se a TI do contratante tem padrões a serem seguidos e quais são, se existe alguma metodologia e se deverá ser integrada com a nossa. Outro importante ponto é como está estruturada a equipe técnica e quem são as pessoas que estarão interagindo no processo de desenvolvimento, facilitando assim a identificação dos papéis necessários para o projeto em questão.

Usuário:

O usuário é a pessoa que realmente irá utilizar o sistema, que estará em pleno contato com o produto gerado. As entrevistas com o usuário, são chamadas requirements workshop e os produtos dessas reuniões serão: diagrama macro funcional, modelo de negócios, os esboços das telas do sistema e todos os requisitos não funcionais necessários ao sistema. Esta é uma sugestão genérica, dependendo da especialidade do projeto devemos incluir outros documentos ou extrair estas informações do pessoal de IT também.

Os esboços de tela irão garantir que você (analista) identificou boa parte da tamanho do sistema, sendo que nessa atividade de levantamento das telas, devemos ser bastante práticos, re-aproveitando o conhecimento de sistemas anteriores caso seja conveniente ou representando telas através de formulários que fazem parte do processo de negócio estudado.

Outros:

Para alguns casos, se fará necessária a entrevista com outras pessoas envolvidas com o sistema, por exemplo, no caso de um projeto de otimização e manutenção de um sistema, muito provavelmente entrevistaremos o programador que mantém o sistema atualmente, e tentaremos extrair dele, quais são as dificuldades enfrentadas durante as atividades de manutenção do sistema e os pontos de “gargalo” identificados. Estas pessoas recebem o nome de “stakeholder” que por definição seriam interessados ou pessoas que exercem influência no projeto. Particularmente considero extremamente salutar classificar todos os possíveis stakeholder antes de iniciar o projeto. Para saber mais sobre stakeholder visite o site http://en.wikipedia.org/wiki/Stakeholder

Perguntas Chave

Sponsor:

ü   Qual é sua visão do problema?

ü   Quais são as mudanças desejadas com a solução do problema?

ü   Quais informações estratégicas deverão estar disponíveis pela solução?

ü   Qual é a importância da solução para a empresa como um todo?

ü   Como a solução interage com outras aplicações do empreendimento?

ü   Qual a visão de longo prazo para o produto?

ü   Em quanto tempo seria ideal a conclusão do projeto?

ü   Qual é a previsão desse investimento? (levantar em unidade monetária ou horas de projeto)

IT-Manager:

ü   Qual é sua visão do problema?

ü   Quais são as mudanças desejadas com a solução do problema?

ü   Em que ambiente essa solução deverá funcionar?

ü   Qual é a abrangência geográfica e número de usuários que estarão utilizando a solução?

ü   Como é o parque tecnológico existente (Servidores, Desktops, Topologia da Rede, Internet)?

ü   Quais são os ambientes existentes na empresa (Desenvolvimento, Testes, Produção, etc…);

ü   Como serão as integrações entre os sistemas?

ü   Haverá migração de dados ? Em que estrutura estão esses dados?

ü   Existe alguma padronização a ser seguida e/ou algum artefato de sua metodologia que deverá ser gerado e entregue?

ü   Como esta estruturada a equipe de TI?

Usuário:

ü   Qual é sua visão do problema?

ü   Quais são as mudanças desejadas com a solução do problema?

ü   Que facilidades você espera do sistema?

ü   Qual informação do negócio é a mais difícil de processar (trabalho braçal, formato do dado, baixa navegabilidade em sistemas existentes)?

ü   Quais são as macro funcionalidades necessárias para os sistema?

ü   Quais são os atores que se relacionam com o sistema?

ü   Quais são as telas imaginadas para o sistema (modelo de negócio)?

ü   Como são as telas imaginadas para o sistema (esboços de telas)?

ü   Quais são as importações e exportações de dados necessárias para o funcionamento do sistema (detalhar o layout dos arquivos / fontes de dados)?

Outros:

Manutenções:

ü   Quais são as dificuldades de manutenção do sistema?

ü   Qual é a qualidade das estruturas do banco de dados?

ü   Qual é a qualidade do código fonte do aplicativo?

ü   A documentação do sistema é suficiente e compreensível?

ü   Como é a demanda (freqüência) de manutenção (corretiva, melhorias, legal)?

 ü   Quais são os pontos de “gargalo” do sistema atual?

Novidades no Flash CS3 – Parte 01

Hoje vamos falar um pouco do Flash 9, ou Flash CS3, como preferirem. CS3, diga-se de passagem, é um dos maiores pacotes de softwares já lançados na história da informática.

Nova Cara

Logo ao entrarmos no novo Flash, nós percebemos que o design dele mudou e muito. A Barra de ferramentas por exemplo, agora pode ser arranjada em apenas uma coluna, ao invés de duas como era padrão do Flash 8. Já a barra de painéis, aonde geralmente colocamos a Library e o painel de Align, agora pode ser ‘compactada’ como na foto acima, e ao acionar os botões, o painel é aberto não abaixo do seu ícone, mas sim em uma nova coluna, a esquerda da barra de painéis.

Pois bem, chega de novidades no layout e vamos às novidades práticas.

CONVERT TO SYMBOL

Se você utiliza o menu Modify > Convert To Symbol, ou mesmo o comando F8, agora poderá usar o recurso de arrastar para a biblioteca. Inclusive podendo arrastar diretamente para a pasta onde você quer que ele fique. Isso agiliza muito o desenvolvimento do site e a organização da Library.

COPY MOTION AS ACTIONSCRIPT 3

Para quem gosta de animações via time-line ou não conseguia fazê-las via ActionScript, o Flash CS3 incorporou uma função que irá resolver seus problemas: o Copy Motion as ActionScript 3. Com esse recurso você consegue converter suas animações de time-line em ActionScript e reutilizá-las em outros movieclips.

Para utilizar esse recurso, crie uma animação qualquer com tween motion, clique sobre a time-line e vá ao comando “Copy Motion as ActionScript 3″.

Após isso, abrirá uma janela abaixo, perguntando o instance name do movieclip que você irá utilizar a ação:

Feito isso, vá até o outro movie clip que você deseja aplicar a ação e instancie-o com o mesmo nome dado no passo anterior:

Abra o painel de Actions-Frame, clicando em um frame vazio e apertando F9. Clique com o botão direito dentro do painel, e clique em “Past” (ou Ctrl+V pra quem é ninja no assunto) e está pronto.

Teste seu filme dando Crtl+Enter e veja o resultado:

Este recurso, particularmente não gostei, até porque, para uma animação muito simples como a que fiz nesse exemplo, o flash gastou 25 linhas de comando para realizá-la. Mas fica a critério de cada um utilizar ou não.

**COPY AND PAST FILTER?0

Fonte:

http://www.imasters.com.br/artigo/6103/flash/novidades_no_flash_cs3_-_parte_01

 

Alexandre Bini (e-mail) é graduando em Ciencia da Computação pela Faculdade Thathi/COC, de Araçatuba-SP. Especialista em Flash/Actionsript e sócio da Voraz Multimídia, empresa de desenvolvimento de sites e conteudo multimídia em geral.

CategoriasDesigner

Dez passos para o sucesso

Acompanhe a lista das lições fundamentais para um líder de TI crescer o mais rápido possível na empresa, a partir dos votos dos membros do CIO Executive Council.

Por CIO

26 de abril de 2007 – 08h30

A revista CIO americana selecionou as principais atividades que cabem a um líder de TI e 67 membros que compõem o CIO Executive Council votaram nas dez mais quando o tema é “a chave para o sucesso”. Confira o resultado:

1 – Entenda a estratégia da corporação e como o seu departamento pode se alinhar a ela.

Leia também:
Avalie seu poder de expressão
Especialista ou generalista: quem é o melhor profissional?

2 – Comunique suas metas, objetivos e estilo de liderança à sua equipe.

3 – Identifique os fatores-chave do sucesso para TI a partir das perspectivas do negócio como um todo.

4 – Estruture seus dias e semanas para ter tempo de aprender mais, sempre elaborando planos de longo prazo sem ignorar os valores criados de imediato.

5 – Trabalhe com cada grupo de seu departamento para sentir a dinâmica entre eles e as peculiaridades de cada um dos funcionários.

6 – Estabeleça relações interpessoais com pessoas influentes.

7 – Entenda o histórico e as relações correntes entre o departamento de TI e cada unidade de negócio da corporação.

8 – Procure acertar o mais rapidamente possível os alvos pretendidos por seu chefe.

9 – Identifique as redes de contato informais dentro da organização. Quem é o braço direito do chefe? Em quem da linha de frente confiar? A que exemplo seguir?

10 – Converse com seu chefe e, com perguntas sutis, procure entender o que ele considera sucesso e o que ele espera do seu desempenho.

CategoriasGestão

Introdução ao EntityManager

Na nova Java Persistence specification, o EntityManager é o serviço central para todas as ações de persistência. Entidades são objetos de Java claros que são alocados como qualquer outro objeto Java. Eles não ficam persistentes explicitamente até seu código interagir com o EntityManager para os fazer persistente. O EntityManager administra o O/R que o mapea entre uma classe de entidade e uma fonte de dados subjacente. O EntityManager provê APIs para criar consultas, buscando objetos, sincronizando objetos, e inserindo objetos no banco de dados. Também pode prover caching e pode administrar a interação entre uma entidade e serviços transacionais em um ambiente Java EE como JTA. O EntityManager é firmemente integrado com Java EE e EJB mas não é limitado a estes ambientes;  pode ser usado em programas de Java SE.

 

Persistence Contexts

Começaremos através de uma introdução das condições do core do JPA. Uma unidade de persistência ou persistence-unit é uma configuração nomeada de classes de entidade. Um contexto de persistência é um gerenciamento de Entidades onde, todo contexto de persistência é associado com uma unidade de persistência. Entendendo o contexto de persistência é a chave para entender o EntityManager. Uma inclusão de entidade ou exclusão de um contexto de persistência, determinarão no resultado de qualquer operações persistentes nisto.

 

Se o contexto de persistência participa em uma transação, que está na memória,

o estado das entidades gerenciadas será sincronizado ao banco de dados. Ainda apesar do papel importante que faz, o contexto de persistência nunca é realmente visível à aplicação. Sempre é acessado indiretamente pelo entity manager e assumido que estar lá quando nós precisarmos dele.

 

Persistence Unit

Um EntityManager mapea um conjunto de classes a um banco de dados particular. Este conjunto de classes é chamado de persistence unit (unidade de persistência).

 

Antes de você poder pensar até mesmo em criar ou consultar entidades com um entity manager, você tem que aprender a empacotar uma unidade de persistência para uso, dentro de um ambiente  Java SE ou Java EE.

 

Uma unidade de persistência está definida em um arquivo chamado persistence.xml. Este arquivo é um descriptor de desenvolvimento exigido no JPA. Um arquivo de persistence.xml pode definir um ou mais unidades de persistência. Este arquivo fica situado no diretório META-INF em:

 

Ambientes SE, esta pasta fica no classpath da aplicação. Em uma aplicação web, este diretório fica localizado nas pasta WEB-INF\classes\META-INF

 

Segue um exemplo de um arquivo persistence.xml:


Listagem 01.

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>

<persistence version=”1.0″ xmlns=”http://java.sun.com/xml/ns/persistence” xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance” xsi:schemaLocation=”http://java.sun.com/xml/ns/persistence http://java.sun.com/xml/ns/persistence/persistence_1_0.xsd”>

  <persistence-unit name=”novoExemploPU” transaction-type=”RESOURCE_LOCAL”>

    <provider>oracle.toplink.essentials.ejb.cmp3.EntityManagerFactoryProvider

    </provider>

    <class>teste.Empresas</class>

    <class>teste.Cartoes</class>

    <properties>

      <property name=”toplink.jdbc.url” value=”jdbc:mysql://localhost:3306/devmedia”/>

      <property name=”toplink.jdbc.user” value=”root”/>

      <property name=”toplink.jdbc.driver” value=”com.mysql.jdbc.Driver”/>

      <property name=”toplink.jdbc.password” value=”123456″/>

    </properties>

  </persistence-unit>

</persistence>

 

Você deve especificar suas classes de Entidades dentro no arquivo persistence.xml(persistence unit). Como mostradado na listagem 01 em negrito.

 

Vamos analizar como obter acesso de um EntityManager,  para poder inserir, atualizar,  remover e consultar um bean de entidade no seu bancos de dados. Embora você possa usar uma interface de fábrica em Java EE, esta plataforma provê algumas características adicionais que fazem isto mais fácil e menos áduo de administrar instancias de EntityManager.

EntityManagerFactory

EntityManagers podem ser criado ou podem ser obtidos de um EntityManagerFactory. Em uma aplicação Java  SE, você tem que usar um EntityManagerFactory para criar instancias de um EntityManager. Usar o factory não é uma exigência em um ambiente Java EE.

 

Obtendo um EntityManagerFactory em um ambiente Java SE.

Em um ambiente Java SE, a classe javax.persistence.Persistence é responsável por amarrar um EntityManagerFactory.


Listagem 02.

public class Persistence {

   public static EntityManagerFactory createEntityManagerFactory(

           String unitName

   );

   public static EntityManagerFactory createEntityManagerFactory(

           String unitName,

           java.util.Map

 properties

   );

A classe javax.persistence.Persistence procura descriptors da distribuição  persistence.xml dentro de seu classpath de Java. O parâmetro do unitName que você passa dentro permitirá que a execução da persistencia encontre um EntityManagerFactory que combine o nome dado.

 

EntityManagerFactory factory = Persistence.createEntityManagerFactory(“novoExemploPU”);

factory.close( );

 

Em Java EE, obter um EntityManagerFactory. Pode ser injetado diretamente em um campo ou em um método setter do seu EJBs usando a anotação @javax.persistence.PersistenceUnit

 

Listagem 03.
import javax.persistence.*;

import javax.ejb.*;

 

@Stateless

public MyBean implements MyBusinessInterface {

 

   @PersistenceUnit(unitName=”novoExamploPU”)

   private EntityManagerFactory factory;

 

   private EntityManagerFactory factory2;

 

   @PersistenceUnit(unitName=”novoExemploOutroDB”)

   public void setFactory2(EntityManagerFactory f) {

      this.factory2 = f;

   }

 

Conclusões
Fizemos uma breve introdução a alguns conceitos dentro do JPA como tecnologia utilizada na camada de persistência. Nos próximos artigos irei falar mais sobre mais funcionalidades do framework. Bom, é isso ! Qualquer dúvida fique a vontade para fazer contato e trocar algumas idéias ;-)

 

Referências

Enterprise JavaBeans 3.0 5ª Edição – http://www.oreilly.com/catalog/entjbeans5/

Autor:

Wendell Miranda Sacramento (wendellmiranda@gmail.com) Trabalha desde 2003 com Java tendo como experiência desenvolvimento de sistemas web na plataforma Java EE. Atualmente trabalha no desenvolvimento de soluções para a segurança pública do estado do Amapá no Processamento de Dados do Amapá – PRODAP.

CategoriasInformatica

Planejar é o primeiro passo depois de uma boa idéia

06 de abril de 2007, 23:25

Criar e planejar: um roteiro básico para ajudar a organizar o brainstorm que ocorre quando se recebe um novo projeto, com uma pitada de marketing e organização.

Por Daniel Rodrigo Bastreghi

A internet anda cheia de boas idéias. Tantas que nem sempre é possivel administrá-las, colocá-las em um papel, separar o joio do trigo e tirar algum proveito das melhores. Um roteirinho básico, que une pequenos conceitos de UML (*) a alguns tópicos de marketing, pode ajudar a organizar o brainstorm que ocorre quando se recebe um novo projeto.

O roteiro é simples, tem uma seqüência a ser respeitada e inversões dos tópicos não são recomendadas. Deve ser aplicado durante uma reunião curta, de no máximo duas horas.

Para que a reunião seja produtiva, marque-a com no máximo três dias de antecedência, em horários quebrados (10:10 por exemplo) para estimular a pontualidade.

Convide pessoas das diversas áreas envolvidas e deixe-as à vontade para participar. Envie antecipadamente perguntas sobre o projeto em questão, para que todos pensem a respeito e cheguem à reunião com idéias ao ponto.

Durante a reunião, cada participante poderá se expressar livremente. O embate de idéias deve seguir até os 30 minutos finais, quando se deve chegar a um consenso.

Discuta os seguintes tópicos abaixo:

1) Qual a proposta do sistema ou website?

Defina a razão da existência do site. Para alguns projetos a resposta pode parecer óbvia, mas para os mais vanguardistas é importante definir exatamente quais os objetivos que o sistema deve atingir, quais problemas visa solucionar ou reduzir, quais os processos a otimizar e quais os públicos a cativar. O objetivo é estabelecer e documentar um norte a ser seguido por todos da equipe

Com a proposta redigida, descreva a finalidade de uso do site/sistema. Em estruturas mais convencionais isto pode ser uma etapa subentendida, mas em projetos mais ousados como o Orkut, You tube, Google Notebook, etc. definir a finalidade de uso do sistema não é uma tarefa tão fácil. Até porque as pessoas tendem a criar usos alternativos para o software, como por exemplo utilizar o Orkut para anúncios, o Google Notebook para anotar seus favoritos, o Webmail como driver virtual, etc.

2) Quais as quatro características principais do software?

Esta etapa consiste em definir o que é essencial para o projeto. Quanto mais características positivas o projeto tiver, melhor. Mas escolha as quatro principais e foque nelas. O objetivo é evitar aberrações comuns na internet, como webmails lentos, sistemas de ecommerce sem fotos nem descrições dos produtos, sites interativos mas nada intuitivos, etc.

Segue abaixo lista de características aplicáveis:

Velocidade do sistema. Sistemas que precisam de resposta rápida ao usuário, onde a beleza pode ser secundária.

Facilidade de uso. Sistemas intuitivos, para leigos (Google Calendar)

Segurança. Sistemas onde a confiança é um ponto importante (sites de bancos e e-commerces)

Comunicação rica. Sistemas onde a forma como o conteúdo é apresentado é fundamental (site do FWA)

Conteúdo rico. Sistemas onde a mensagem é o mais importante (Folha de São Paulo, Wikipédia)

Interatividade. Sistemas onde a interação entre sistema e usuário é o foco central (sites de carros, onde a pessoa monta o seu veículo)

Conteúdo animado. Sistemas onde o conteúdo central é veiculado por vídeos ou animações (You Tube)

Conteúdo audível. Sistemas onde o conteúdo central é veiculado por som (Podcast)

Relacionamento comunitário. Sistemas onde o relacionamento entre os usuário do site é essencial (Orkut, blogs, You Tube, Yahoo respostas, Wikipédia…)

Facilidade de pagamento. Sistemas de compra online onde preço, parcelamento e meios de pagamento são itens importantes. (e-commerces)

Facilidade de entrega. Sistemas onde a velocidade de entrega é importante (e-commerces).

Sistemas como o Google Calendar precisam de facilidade de uso, segurança e velocidade no sistema. Já e-commerces precisam de facilidade de uso, segurança, facilidades de pagamento e entrega e conteúdo rico.

Este já é um bom conteúdo para uma reunião. Cada um vai trazer uma perspectiva diferente do projeto, mas o que vale é justamente essa salada mista de idéias documentadas, organizadas e acessíveis a qualquer pessoa que entrar no projeto no meio do caminho.

Em outra oportunidade vamos discutir a documentação dos atores dos sistemas – os usuários, suas restrições de acesso, habilidades e expectativas. E não se esqueçam: exerçam seu direitos de Users 2.0 e comentem o artigo. [Webinsider]

………………………………………………

UML é uma linguagem para especificação, documentação, visualização e desenvolvimento de sistemas que facilita a comunicação entre as pessoas envolvidas no projeto.

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